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Aidéticamente Hablando

Mutação

Aidéticamente Falando

Deslizo as mãos em seus cabelos
Pra conferir o que eu tenho a aproveitar
Bebida som sol e desejo não me permitem recuar
Sem medo então provo seus beijos
O que há de errado em se molhar
E desço as mãos usando os dedos
Abrindo alas pois quero entrar

É bom suar no carnaval
E enxergar somente o bem no mal

Sinto-me bem bebendo muito
Depois da conjunção carnal
Pois sou refém absoluto
Dos prazeres do carnaval
Já faz uns anos estou tão triste
Pois não esqueço de você
Estou no fim eu sinto e cura não existe
Maldito HIV

Definhar e entristecer
Ou superar o que me diz você

Está chegando minha hora
Estou roendo as digitais
Vou ficar na memória
De meus queridos pais
Eu deveria compreender
Pois não sou escravo e não me converto à desordem
Não quero ser como você
Que distribui o que é letal

Aidéticamente Hablando

Deslizo mis manos en tu cabello
Para ver qué tengo para disfrutar
Bebida, sol y deseo no me permiten retroceder
Sin miedo, pruebo tus besos
¿Qué hay de malo en mojarse?
Y bajo mis manos usando los dedos
Abriendo paso porque quiero entrar

Es bueno sudar en el carnaval
Y ver solo lo bueno en lo malo

Me siento bien bebiendo mucho
Después de la unión carnal
Pues soy prisionero absoluto
De los placeres del carnaval
Hace unos años que estoy tan triste
Pues no te olvido
Estoy al final, siento y no hay cura
Maldito VIH

Marchitar y entristecer
O superar lo que me dices

Se acerca mi hora
Estoy mordiendo mis uñas
Quedaré en la memoria
De mis queridos padres
Debería comprender
Pues no soy esclavo y no me convierto en desorden
No quiero ser como tú
Que distribuye lo letal

Escrita por: Alan Huston