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Umadema

Mutambo

Umadema

Eu ando a noite conto Zumbis
Volto pra casa, deito cansado
Sonho acordado,
Não consigo mais dormir.
Pelas calçadas entro no inferno
Não tava quente pois era inverno
E o outono ainda está por vir.
Rock n' roll, aqui tem outro nome
Mulheres nuas, todos tem fome
E o primo Dema um deixa ninguém ir...

REFRÃO:
Não, não... A vida é assim, (a vida é assim, meu irmão!)
Qualquer hora ela vai te pegar! (vai te pegar, vai te pegar!)
Não, não... Vaidade é assim, (num dá pra escapá da vaidade)
E você não vai escapar... (Jamais!)

Jogando pôquer com a garçonete
Tirei apenas um rei e um sete,
E um cd riscado tocava bem ali.
Com luzes negras, muito confete
O carnaval aqui só compromete
Orgia assim eu nunca vi, meu irmão...
Não dá pra fazer aqui por perto
Vai dá mais certo lá no Congresso
Filho da puta é o que não falta ali

REFRÃO:
Não, não... A vida é assim, (Não, não a vida é assim!)
Qualquer hora ela vai te pegar! (E vai te pegar, meu irmão!)
Não, não... Vaidade é assim, (Vaidade, vaidade, vaidade)
E você não vai escapar...

Ele bateu na sua porta
Fazendo merda quem se importa?
A consciência nem mora mais aqui.
O bicho é ruim, mas eu sou esperto
Eu abro os olhos e me dou com o teto...
Penso comigo: "Deus tem que existir?"
Levanto os olhos pela janela
Da porta escuto os passos dela,
Enfim ele deixou minha alma aqui.

Não, não... Eu to falando de vaidade
Ela existe em toda cidade
Independente de cor ou idade
Não tem a ver com maturidade
É de maldade que eu tô falando, irmão....
Não dá pra servir a dois senhores
E depois querer só amores
Um sempre vai cobrar a conta
E você vai ter que pagar (hahahahahahah, vai ser amigo do diabo, vai, vai...)

O samba nasceu assim...
Pertinho de mim,
Irmão do maracatu e do rock
Um ritmo sem igual
O samba não tem cor, idade ou classe social.

Umadema

Yo camino de noche contando Zombis
Regreso a casa, me acuesto cansado
Sueño despierto,
Ya no puedo dormir.
Por las aceras entro al infierno
No estaba caliente porque era invierno
Y el otoño aún está por venir.
Rock n' roll, aquí tiene otro nombre
Mujeres desnudas, todos tienen hambre
Y el primo Dema no deja a nadie ir...

CORO:
No, no... Así es la vida, (así es la vida, hermano!)
¡En cualquier momento te atrapará! (te atrapará, te atrapará!)
No, no... La vanidad es así, (no se puede escapar de la vanidad)
Y tú no escaparás... (¡Jamás!)

Jugando póker con la camarera
Saqué solo un rey y un siete,
Y un CD rayado sonaba justo allí.
Con luces negras, mucho confeti
El carnaval aquí solo compromete
Orgía así nunca vi, hermano...
No se puede hacer aquí cerca
Será mejor en el Congreso
Hijo de puta es lo que no falta allí

CORO:
No, no... Así es la vida, (¡No, no, así es la vida!)
¡En cualquier momento te atrapará! (¡Y te atrapará, hermano!)
No, no... La vanidad es así, (Vanidad, vanidad, vanidad)
Y tú no escaparás...

Él golpeó en tu puerta
¿A quién le importa hacer mierda?
La conciencia ya no vive aquí.
El bicho es malo, pero yo soy listo
Abro los ojos y me encuentro con el techo...
Pienso para mí: '¿Dios tiene que existir?'
Levanto los ojos por la ventana
Desde la puerta escucho sus pasos,
Finalmente él dejó mi alma aquí.

No, no... Estoy hablando de vanidad
Ella existe en toda ciudad
Independientemente de color o edad
No tiene que ver con madurez
Estoy hablando de maldad, hermano....
No se puede servir a dos señores
Y luego querer solo amores
Uno siempre va a cobrar la cuenta
Y tendrás que pagar (jajajajaja, serás amigo del diablo, sí, sí...)

El samba nació así...
Cerca de mí,
Hermano del maracatú y del rock
Un ritmo sin igual
El samba no tiene color, edad o clase social.

Escrita por: Sandro Salla, Mutambo, Flávio Filho