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Colectividad

My Last Bike

Coletividade

Aonde chegamos?
Pensei que nossas vidas pudessem continuar assim
Mas já nem sei sobre os atalhos que peguei
Será que o nosso egoísmo vai nos separar?

Precisamos conversar
Sobre tudo o que achávamos tão certo
Será erro tentar, insistir em acreditar na coletividade?
Sem me esquecer das promessas de verdade
Palavras vazias para quê?
Elas não valem nada

Aonde chegamos?
Nem sei por onde começar
São tantas mágoas, tantas marcas
E o que espero dessa vida já não coincide
Com o que hoje você diz acreditar

Precisamos renovar, transformar nossos escombros em castelo
Será erro tentar, insistir em acreditar na coletividade?
Sem me esquecer das promessas de verdade
Palavras vazias para quê?
Elas não valem nada

Eu tenho tanta coisa para fazer e tão pouco tempo
A vida é escassa
Não morro abraçado com meus erros
Revejo conceitos
Em paz com meu passado

Colectividad

¿Dónde hemos llegado?
Pensé que nuestras vidas podrían seguir así
Pero ya ni sé sobre los caminos que tomé
¿Será que nuestro egoísmo nos separará?

Tenemos que hablar
Sobre todo lo que creíamos tan cierto
¿Será un error intentar, insistir en creer en la colectividad?
Sin olvidar las promesas de verdad
¿Para qué palabras vacías?
No valen nada

¿Dónde hemos llegado?
Ni siquiera sé por dónde empezar
Son tantas heridas, tantas marcas
Y lo que espero de esta vida ya no coincide
Con lo que hoy dices creer

Tenemos que renovar, transformar nuestros escombros en castillo
¿Será un error intentar, insistir en creer en la colectividad?
Sin olvidar las promesas de verdad
¿Para qué palabras vacías?
No valen nada

Tengo tantas cosas por hacer y tan poco tiempo
La vida es escasa
No moriré abrazado a mis errores
Reviso conceptos
En paz con mi pasado

Escrita por: Bruno Formiga & Bruno Vilar