Chove
Chove (2010)
Letra: Natan Vaz
Música: Natan Vaz e Otávio Souza
Canção escrita às cinco horas da manhã, num dia qualquer de fevereiro de 2010, enquanto uma chuva forte rompia o estio doloroso da cidade de Fortaleza. As densas gotas me lembravam do cuidado de Deus que, encarnado em Jesus, viajou a este mundo para trazer salvação, muito embora o mundo O tenha rejeitado: o motivo da viagem? Você e eu.
Chove, é madrugada e chove
Lá fora, densas gotas caem do céu
Fazendo-me lembrar do amor tão incomum
E do cuidado infinito que Tu tens por mim
Enquanto eu o sono não encontrar
Madrugada adentro vou Te adorar
Celebrando a salvação
Em razão da qual já sei:
O motivo de Tua viagem fui eu
Não de pode mensurar o valor do sacrifício
A angústia e o suplício foram muito além da dor
Rejeitado pelos seus, assim mesmo os amou
E a todos quantos creram com o Seu sangue lavou
Já não há condenação ou culpa, nem qualquer acusação
Não é mais de pedra o meu coração
O vazio que havia em mim deu lugar à Tua paz
E à alegria verdadeira que Tua presença traz
Chove, é madrugada e ainda chove
Através do céu nublado vejo indícios da manhã
Que traz consigo misericórdias renovadas
Vindas do Teu coração.
Llueve
Llueve (2010)
Letra: Natan Vaz
Música: Natan Vaz y Otávio Souza
Canción escrita a las cinco de la mañana, en un día cualquiera de febrero de 2010, mientras una fuerte lluvia rompía el doloroso verano de la ciudad de Fortaleza. Las densas gotas me recordaban del cuidado de Dios que, encarnado en Jesús, viajó a este mundo para traer salvación, aunque el mundo lo haya rechazado: ¿el motivo del viaje? Tú y yo.
Llueve, es madrugada y llueve
Afueras, densas gotas caen del cielo
Haciéndome recordar el amor tan inusual
Y el cuidado infinito que Tú tienes por mí
Mientras el sueño no encuentre
Madrugada adentro te adoraré
Celebrando la salvación
Por la cual ya sé:
El motivo de tu viaje fui yo
No se puede medir el valor del sacrificio
La angustia y el suplicio fueron mucho más allá del dolor
Rechazado por los suyos, aún así los amó
Y a todos los que creyeron con su sangre lavó
Ya no hay condena ni culpa, ni ninguna acusación
Mi corazón ya no es de piedra
El vacío que había en mí dio paso a tu paz
Y a la verdadera alegría que tu presencia trae
Llueve, es madrugada y aún llueve
A través del cielo nublado veo indicios de la mañana
Que trae consigo misericordias renovadas
Provenientes de tu corazón.