Morena Flor
Morena, Flor de Morena;
Orquídea Negra dos jardins do pensamento.
Melenas longas da cor da noite;
Olhar de açoite que me fez sorrir por dentro.
Não sei, ah eu não sei!
Como se pode querer tanto amor que nem nasceu.
Sonho vivido, peito ferido;
Tu foste embora e não me disse nem se quer adeus.
Morena, minha Morena
Não te condeno por em mim não acreditar
Eu fui culpado pois não sabia
Que amaria alguém que nunca soube o que é amar.
Nunca, certo que nunca;
Tu saberás que para ti compus esta canção.
Mas não importa pois mesmo assim;
Chegou ao fim este amor que só foi ilusão.
Se acaso um dia ficar sabendo,
Que foi você quem motivou a minha inspiração;
Não te arrependas, peito covarde,
Já será tarde pois mataste o meu coração.
Morena Flor
Morena, Flor de Morena;
Orquídea Negra de los jardines del pensamiento.
Cabellos largos del color de la noche;
Mirada de látigo que me hizo sonreír por dentro.
No sé, ¡ah no sé!
Cómo se puede desear tanto amor que ni siquiera ha nacido.
Sueño vivido, pecho herido;
Te fuiste y ni siquiera me dijiste adiós.
Morena, mi Morena
No te culpo por no creer en mí
Fui culpable porque no sabía
Que amaría a alguien que nunca supo lo que es amar.
Nunca, seguro que nunca;
Sabrás que esta canción la compuse para ti.
Pero no importa porque aún así;
Este amor que fue solo una ilusión ha llegado a su fin.
Si algún día llegas a saber,
Que fuiste tú quien motivó mi inspiración;
No te arrepientas, cobarde corazón,
Será demasiado tarde porque mataste mi corazón.
Escrita por: Jean Pierre Scotton / Ronaldo Della Latta