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Ilusión

Neata

Ilusão

Diga? (diga?)
O que você procura aqui?
(Respostas!) respostas?
As mesmas que eu não conseguir?
Pois tu tem medo de tentar
Ou até mesmo de perder
Ou procurar se há outra saída

Então esqueça! (esqueça?)
Tudo que me ouviu gritar!
(E aprenda!) e aprenda
Que não sabe nada pra ensinar!
Fantasmas voltam a cantar
Pra não te deixar esquecer
Que se aproxima da eternidade

Sou eu quem pego a tua mão
E te convido pra dançar
Antes que diga que é muito tarde
Então lhe deixo abrir a porta e ver o sol nascer
Pois estas trancas em teu peito iram lhe ensurdecer
Ensurdecer!
Diga? (diga?)
O que você procura aqui?

(Respostas!) respostas?
As mesmas que eu não consegui?
Ainda não haviam luzes na cidade
E o amanhecer estava prestes a me beijar
Por todo o canto estavam escrevendo mentiras
Nos jornais para convencer os mais tolos

Eram tantas lagrimas expostas no chão
Da praça vendidas a preço de leilão
E sorrisos falsos pra aqueles que como você
Não sabem ser sinceros
Então eu vi que atrás dos teus lindos olhos verdes
Há uma dura carne fria

Eu vi o céu vermelho, e um horizonte sem um fim
Vi dois milhões de pedras, chorarem sangue ao lhe ouvir
Todo o unar estrelato, de uma pintura que estraguei
Olhavam da plateia, tantas desculpas que escultei
Porque você me disse que esta farsa nunca vai ter um fim

Ilusión

¿Dices? (¿dices?)
¿Qué buscas aquí?
(¿Respuestas?) ¿respuestas?
¿Las mismas que no pude encontrar?
Porque tienes miedo de intentar
O incluso de perder
O buscar si hay otra salida

¡Entonces olvídalo! (¿olvídalo?)
¡Todo lo que me escuchaste gritar!
(¡Y aprende!) y aprende
Que no sabes nada para enseñar
Los fantasmas vuelven a cantar
Para no dejarte olvidar
Que te acercas a la eternidad

Soy yo quien toma tu mano
Y te invita a bailar
Antes de que digas que es muy tarde
Entonces te dejo abrir la puerta y ver el sol salir
Porque esas cerraduras en tu pecho te ensordecerán
¡Ensordecerán!
¿Dices? (¿dices?)
¿Qué buscas aquí?

(¿Respuestas?) ¿respuestas?
¿Las mismas que no pude encontrar?
Todavía no había luces en la ciudad
Y el amanecer estaba a punto de besarme
Por todas partes estaban escribiendo mentiras
En los periódicos para convencer a los más tontos

Había tantas lágrimas expuestas en el suelo
De la plaza, vendidas al mejor postor
Y sonrisas falsas para aquellos que, como tú
No saben ser sinceros
Entonces vi que detrás de tus hermosos ojos verdes
Hay una dura carne fría

Vi el cielo rojo y un horizonte sin fin
Vi dos millones de piedras llorar sangre al escucharte
Todo el estrellato lunar, de una pintura que arruiné
Miraban desde la platea, tantas excusas que escuché
Porque me dijiste que esta farsa nunca tendrá fin

Escrita por: Diio Rodrigo / Julio Cesar