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Nostalgia Infinita

Nenete & Dorinho

Saudade Sem Fim

Amargurado cheio de saudade
Lembrando a terra onde eu me criei
O lindo vale de campinas verdes
E as cascatas que eu sempre amei

Desesperado parti sem demora
Tendo na mente quem eu sempre quis
Rever meu pai e a minha mãe querida
E a minha terra onde fui feliz

Cheguei bem tarde era quase noite
Meu velho pai lá no alpendre avistei
Olhar tão triste, rosto envelhecido
Vendo meu velho de emoção chorei

Quando avistei a minha mãe querida
Abracei tanto sem poder parar
Meus dois irmãos que eu deixei criança
E o caçulinha veio me beijar

Fui ver os prados que deixei outrora
As lindas matas onde eu brinquei
Meus amiguinhos que deixei na infância
Com todos eles muito conversei

A Terezinha, meu primeiro amor
Dos olhos negros feitos para amar
Quando eu a vi tão linda e tão cheirosa
Pensei comigo em jamais voltar

Nostalgia Infinita

Amargado lleno de nostalgia
Recordando la tierra donde crecí
El hermoso valle de campos verdes
Y las cascadas que siempre amé

Desesperado partí sin demora
Teniendo en mente a quien siempre quise
Reencontrar a mi padre y a mi querida madre
Y la tierra donde fui feliz

Llegué muy tarde, casi de noche
Vi a mi viejo padre en el porche
Con la mirada triste, el rostro envejecido
Al ver a mi viejo, de emoción lloré

Cuando vi a mi querida madre
La abracé tanto sin poder parar
Mis dos hermanos que dejé de niños
Y el más pequeño vino a besarme

Fui a ver los prados que dejé atrás
Los hermosos bosques donde jugué
Mis amiguitos que dejé en la infancia
Con todos ellos conversé mucho

A Terezinha, mi primer amor
De ojos negros hechos para amar
Cuando la vi tan hermosa y perfumada
Pensé en no volver jamás

Escrita por: DORINHO / Piraci