Última Seresta
Este luar que aparece tão tristonho
Banhando matas e campinas florescidas
Me faz lembrar do passado e velhos sonhos
E dos amores que eu já tive em minha vida
Dentro da noite o violão é meu companheiro
Canto sozinho nesta triste solidão
Pois já se foram meus amigos seresteiros
Ficou só mágoa em meu pobre coração
Adeus violões, adeus sonhos de esperança
Adeus amores, ilusões de minha vida
Adeus amigos, deixarei esta lembrança
Nesses versos que escrevi por despedida
Até as cordas do meu violão amigo
Abandonadas não produzem harmonia
Eu compreendo que sofrem junto comigo
Porque a vida é solitária e tão vazia
Triste saudade em minha alma resta
Daqueles tempos que eu tanto aproveitei
Vocês que ouvem minha última seresta
Chorem comigo esses versos que eu trovei
Adeus violões, adeus sonhos de esperança
Adeus amores, ilusões de minha vida
Adeus amigos, deixarei esta lembrança
Nesses versos que escrevi por despedida
Última Serenata
Este claro de luna que aparece tan melancólico
Bañando bosques y campos florecidos
Me hace recordar el pasado y viejos sueños
Y de los amores que ya tuve en mi vida
Dentro de la noche la guitarra es mi compañera
Canto solo en esta triste soledad
Pues ya se fueron mis amigos serenateros
Quedó solo amargura en mi pobre corazón
Adiós guitarras, adiós sueños de esperanza
Adiós amores, ilusiones de mi vida
Adiós amigos, dejaré este recuerdo
En estos versos que escribí como despedida
Hasta las cuerdas de mi guitarra amiga
Abandonadas no producen armonía
Comprendo que sufren junto conmigo
Porque la vida es solitaria y tan vacía
Triste nostalgia en mi alma queda
De aquellos tiempos que tanto disfruté
Ustedes que escuchan mi última serenata
Lloren conmigo estos versos que trové
Adiós guitarras, adiós sueños de esperanza
Adiós amores, ilusiones de mi vida
Adiós amigos, dejaré este recuerdo
En estos versos que escribí como despedida
Escrita por: DORINHO / Olivar Dosso