Vento Sul
(Primeira!)
(Adentro)
Vento sul anda em folia
Parece meu coração
Festeiro de noite e dia, desde que o amor conduzia, desembarcou na estação
Festeiro de noite e dia, desde que o amor conduzia, desembarcou na estação
Veio no Sol ou então
Nas veias da maresia
Onde ela me beijaria
E um beija-flor, por que não?
De ciúme improvisaria
Canções ao vento foliam
De ciúme improvisaria
Canções ao vento foliam
Bailar com esse vento vão
Mulheres de poesia e pão
Mulheres de rosados, vilarejos, capitais
Pois esse amor é como um peão
Latino-americano ou não
É como um peão sem pago que se vai
Pois esse amor é como um peão
Latino-americano ou não
É como um peão sem pago que se vai
(Segunda!)
(Adentro)
Vento sul anda em folia
Me lembra Anita, a lendária
Das terras que não possuía, pois solidária fazia com os seus, reforma agrária
Das terras que não possuía, pois solidária fazia com os seus, reforma agrária
Vem vinda da luta diária
Por chão de pães e poesia
Onde ela produziria
Também o amor, grão por grão
E quando em cio, por que não
Vento vadio em folia!
E quando em cio, por que não
Vento vadio em folia!
Bailar com esse vento vão
Mulheres de poesia e pão
Mulheres de rosados, vilarejos, capitais
Pois esse amor é como um peão
Latino-americano ou não
É como um peão sem pago que se vai
Pois esse amor é como um peão
Latino-americano ou não
É como um peão sem pago que se vai
Viento del Sur
(¡Primera!)
(Adentro)
Viento del sur anda en fiesta
Parece mi corazón
Fiestero de noche y día, desde que el amor conducía, desembarcó en la estación
Fiestero de noche y día, desde que el amor conducía, desembarcó en la estación
Vino en el Sol o tal vez
En las venas de la marea
Donde ella me besaría
Y un colibrí, ¿por qué no?
De celos improvisaría
Canciones al viento foliaban
De celos improvisaría
Canciones al viento foliaban
Bailar con este viento vano
Mujeres de poesía y pan
Mujeres de rosados, pueblos, capitales
Porque este amor es como un peón
Latinoamericano o no
Es como un peón sin paga que se va
Porque este amor es como un peón
Latinoamericano o no
Es como un peón sin paga que se va
(¡Segunda!)
(Adentro)
Viento del sur anda en fiesta
Me recuerda a Anita, la legendaria
De las tierras que no poseía, pues solidaria hacía con los suyos, reforma agraria
De las tierras que no poseía, pues solidaria hacía con los suyos, reforma agraria
Viene de la lucha diaria
Por tierras de pan y poesía
Donde ella produciría
También el amor, grano por grano
Y cuando en celo, ¿por qué no?
¡Viento vagabundo en fiesta!
Y cuando en celo, ¿por qué no?
¡Viento vagabundo en fiesta!
Bailar con este viento vano
Mujeres de poesía y pan
Mujeres de rosados, pueblos, capitales
Porque este amor es como un peón
Latinoamericano o no
Es como un peón sin paga que se va
Porque este amor es como un peón
Latinoamericano o no
Es como un peón sin paga que se va