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Hebilla del cinturón

Netoce

Fivela do Cinto

Se eu deixei assim
Que você fizesse o que quisesse
Era brincadeira

E se aperta
A fivela do cinto
E eu não respiro

Eu me sinto inspirado
E te imito
Pra reconciliar comigo

Mas não funciona
Como sempre, não funciona
Funciona, como sempre não funciona
Não funciona, como sempre não funciona
Não funciona, como sempre não

Eu acho que eu tô
Mais fodido que você ano passado
Chorando e reconciliando com meus passos
Ou não
Mas não é bem assim

Pior seria se eu fizesse errado
Mas não
Mas não é bem assim

Pior seria se eu seguisse seus passos
E caísse
Igual você caiu

Ausência
Tenta ocupar
Feito água, entra em qualquer lugar
Corrói feito ácido no metal
Só sobra ferrugem e memórias do Natal passado
Passado, as lembrança é corrompida igual HD quebrado
Igual HD, igual HD, igual eu e você
Relacionamentos vazios
Sustentados por tristeza
Sustentados por traumas
Sustentados pela ansiedade
Sustentados pela depressão
Sustentados pela saudade
Sustentado pela ausência de um irmão

Hebilla del cinturón

Si dejé así
Que hicieras lo que quisieras
Era una broma

Y si aprietas
La hebilla del cinturón
Y no respiro

Me siento inspirado
Y te imito
Para reconciliarme conmigo

Pero no funciona
Como siempre, no funciona
Funciona, como siempre no funciona
No funciona, como siempre no funciona
No funciona, como siempre no

Creo que estoy
Más jodido que tú el año pasado
Llorando y reconciliándome con mis pasos
O no
Pero no es así

Sería peor si lo hiciera mal
Pero no
Pero no es así

Sería peor si siguiera tus pasos
Y cayera
Como tú caíste

Ausencia
Intenta ocupar
Como agua, entra en cualquier lugar
Corroe como ácido en el metal
Solo queda óxido y recuerdos de la Navidad pasada
Pasado, los recuerdos están corrompidos como un disco duro roto
Igual que un disco duro, igual que un disco duro, igual que tú y yo
Relaciones vacías
Sostenidas por tristeza
Sostenidas por traumas
Sostenidas por la ansiedad
Sostenidas por la depresión
Sostenidas por la nostalgia
Sostenida por la ausencia de un hermano

Escrita por: João Lourenço