Como Era Verde Meu Xingu
Emoldurado em poesias
Como era verde o meu xingu
Sua fauna, que beleza
Onde encantava o uirapuru
Palmeiras, carnaúbas seringais
Cerrados, florestas e matagais
Oh, sublime natureza
Abençoada pelo nosso criador
Quando o verde era mais verde
E o índio era o senhor
Kaiamurá, kalapalo e kajurú
Cantavam os deuses livres do verde xingu (oh morena)
Oh morena
Morada do sol e da lua
Oh morena
O paraíso onde a vida continua (mas quando)
Quando o homem branco aqui chegou
Trazendo a cruel destruição
A felicidade sucumbiu
Em nome da civilização
Mas mãe natureza
Revoltada com a invasão
Os seus camaleões guerreiros
Com seus raios justiceiros
Os caraíbas expulsarão
Deixe nossa mata sempre verde
Deixe o nosso índio ter seu chão
Como Era Verde Meu Xingu
Enmarcado en poesías
Cómo era verde mi Xingu
Su fauna, qué belleza
Donde encantaba el uirapuru
Palmeras, carnaúbas, seringales
Cerrados, bosques y matorrales
Oh, sublime naturaleza
Bendecida por nuestro creador
Cuando el verde era más verde
Y el indio era el señor
Kaiamurá, kalapalo y kajurú
Cantaban los dioses libres del verde Xingu (oh morena)
Oh morena
Morada del sol y de la luna
Oh morena
El paraíso donde la vida continúa (pero cuando)
Cuando el hombre blanco llegó aquí
Trajo la cruel destrucción
La felicidad sucumbió
En nombre de la civilización
Pero madre naturaleza
Rebelde ante la invasión
Sus camaleones guerreros
Con sus rayos justicieros
A los caraíbas expulsarán
Deja nuestra selva siempre verde
Deja a nuestro indio tener su tierra
Escrita por: Paulinho Mocidade, Dico da Viola, Tiãozinho, Adil