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Agujero Negro (Poesía)

Nicholas Laineg

Buraco Negro (Poesia)

O que me cura, me maltrata
Alegria obscura, me retrata
Dias iguais, andando em círculo
Dias normais, enredo ridículo

Tentando achar a saída de emergência
Tentando não me sufocar por isso tenho urgência

Mal consigo sentir, embora me sinta sensível
Mal posso me ver, e como se eu tivesse invisível

Inevitável, tudo sempre acaba, Inevitável, tudo virar nada
Inevitável, tudo se esvair Inevitável, eu não saber pra onde

Fugir, nunca me sinto seguro, nunca me sinto protegido
Sempre penso no futuro, sempre me sinto perdido

É uma bênção, ou uma maldição, tudo o que eu sinto não
Poder ser visível? Porque o buraco negro que eu sinto
Em meu coração, nunca vai ser discutível

Agujero Negro (Poesía)

Lo que me cura, me maltrata
Alegría oscura, me retrata
Días iguales, dando vueltas en círculos
Días normales, enredado en lo ridículo

Intentando encontrar la salida de emergencia
Intentando no sofocarme, por eso tengo urgencia

A duras penas puedo sentir, aunque me sienta sensible
A duras penas puedo verme, como si fuera invisible

Inevitable, todo siempre termina, Inevitable, todo se convierte en nada
Inevitable, todo se desvanece, Inevitable, no saber a dónde ir

Escapar, nunca me siento seguro, nunca me siento protegido
Siempre pienso en el futuro, siempre me siento perdido

¿Es una bendición o una maldición, todo lo que siento no
Puede ser visible? Porque el agujero negro que siento
En mi corazón, nunca será discutible

Escrita por: Nicholas Laineg