Garçonete
Garçonete, prepare a minha mesa
Que essa noite eu vou virar a madrugada
Porque a mulher que eu amo foi embora
E hoje aqui eu quero afogar as magoas
Garçonete, pago pra ficar comigo
Pra me servir e escutar os meus lamentos
Que nessa são vocês que nos escutam
Um pobre homem com o coração doente
Garçonete, eu não quero saber da conta
Só vou pagar quando o dia amanhecer
Que essa noite eu quero afogar as magoas
E eu não sei quantas cachaças vou beber
Garçonete, eu construí o nosso amor
O alicerce e os tijolos e de paixão
As lindas flores que coloquei no jardim
Que eu construir dentro do seu coração
Ela foi embora levou tudo que eu tinha
O meu amor e a minha gratidão
Deixou pra traz só um coração vazio
Atropelado com a maldita solidão
Garçonete, eu pago pra ficar comigo
Pra me servir e escutar os meus lamentos
Que nessa hora são vocês que nos escutam
Um pobre homem com o coração doente
Garçonete, eu não quero saber da conta
Só vou pagar quando o dia amanhecer
Que essa noite eu quero afogar as magoas
E eu não sei quantas cachaças vou beber
Mesera
Mesera, prepara mi mesa
Que esta noche me quedaré hasta la madrugada
Porque la mujer que amo se fue
Y hoy quiero ahogar mis penas aquí
Mesera, pago para que te quedes conmigo
Para servirme y escuchar mis lamentos
Porque en esta noche son ustedes quienes nos escuchan
Un pobre hombre con el corazón enfermo
Mesera, no me importa la cuenta
Solo pagaré cuando amanezca el día
Porque esta noche quiero ahogar mis penas
Y no sé cuántos tragos de cachaça tomaré
Mesera, construí nuestro amor
Los cimientos, los ladrillos y la pasión
Las hermosas flores que planté en el jardín
Que construí dentro de tu corazón
Ella se fue llevándose todo lo que tenía
Mi amor y mi gratitud
Dejó atrás solo un corazón vacío
Atropellado por la maldita soledad
Mesera, pago para que te quedes conmigo
Para servirme y escuchar mis lamentos
Porque en este momento son ustedes quienes nos escuchan
Un pobre hombre con el corazón enfermo
Mesera, no me importa la cuenta
Solo pagaré cuando amanezca el día
Porque esta noche quiero ahogar mis penas
Y no sé cuántos tragos de cachaça tomaré
Escrita por: Salvador Ramos da Silva