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Detrás de lo que soñaba

Nina Fernandes

Atrás do Que Eu Sonhava

Ultimamente
Tô em guerra comigo
Descompassada
Eu não crio juízo
Qualquer problema
É impossível
Se eu não alcanço
Desisto

Já faz um tempo
Que eu só crio desculpa
Tá tudo lento
Eu tô ficando maluca

Eu não entendo
Porque comigo?
Não sei se aguento
Esse castigo

Eu não confio em ninguém
Não acredito em nada
Meu coração é frágil
Vivo desconfiada

Posso encaixar as peças
Posso rasgar o mapa
Acho que vou sozinha
Atrás do que eu sonhava

Sempre a mesma história
Sempre o mesmo jogo
Dobro a minha aposta
E ainda é muito pouco

Tenho o que quero
Não o que eu preciso
Sempre muito perto
Mas não corro risco

Sempre a mesma história
Sempre a mesma crise
Quero ser perfeita
Mas isso não existe

Arrisco a minha vida
Num ato de coragem
Brutal e impulsiva
O medo é o meu disfarce

Cada passo
Um sufoco
Perco, caio
Mas não morro, não

Paraliso, adormeço congelada
Abatida, improdutiva, esgotada
O repouso é uma droga penetrante
Adversa, invasiva, viciante

Eu não confio em ninguém
Não acredito em nada
Meu coração é frágil
Vivo desconfiada

Posso encaixar as peças
Posso rasgar o mapa
Acho que vou sozinha
Atrás do que eu sonhava

Sempre a mesma história
Sempre o mesmo jogo
Dobro a minha aposta
E ainda é muito pouco

Tenho o que quero
Não o que eu preciso
Sempre muito perto
Mas não corro risco

Sempre a mesma história
Sempre a mesma crise
Quero ser perfeita
Mas isso não existe

Arrisco a minha vida
Num ato de coragem
Brutal e impulsiva
O medo é o meu disfarce

Cada passo
Um sufoco
Perco, caio
Mas não morro, não

Detrás de lo que soñaba

Últimamente
Estoy en guerra conmigo
Descompasada
No tengo juicio
Cualquier problema
Es imposible
Si no alcanzo
Desisto

Ya ha pasado un tiempo
Que solo invento excusas
Todo va lento
Me estoy volviendo loca

No entiendo
¿Por qué conmigo?
No sé si aguanto
Este castigo

No confío en nadie
No creo en nada
Mi corazón es frágil
Vivo desconfiada

Puedo encajar las piezas
Puedo rasgar el mapa
Creo que iré sola
Detrás de lo que soñaba

Siempre la misma historia
Siempre el mismo juego
Aumento mi apuesta
Y aún es muy poco

Tengo lo que quiero
No lo que necesito
Siempre muy cerca
Pero no corro riesgo

Siempre la misma historia
Siempre la misma crisis
Quiero ser perfecta
Pero eso no existe

Arriesgo mi vida
En un acto de valentía
Brutal e impulsiva
El miedo es mi disfraz

Cada paso
Un ahogo
Pierdo, caigo
Pero no muero, no

Me paralizo, me duermo congelada
Abatida, improductiva, agotada
El descanso es una droga penetrante
Adversa, invasiva, adictiva

No confío en nadie
No creo en nada
Mi corazón es frágil
Vivo desconfiada

Puedo encajar las piezas
Puedo rasgar el mapa
Creo que iré sola
Detrás de lo que soñaba

Siempre la misma historia
Siempre el mismo juego
Aumento mi apuesta
Y aún es muy poco

Tengo lo que quiero
No lo que necesito
Siempre muy cerca
Pero no corro riesgo

Siempre la misma historia
Siempre la misma crisis
Quiero ser perfecta
Pero eso no existe

Arriesgo mi vida
En un acto de valentía
Brutal e impulsiva
El miedo es mi disfraz

Cada paso
Un ahogo
Pierdo, caigo
Pero no muero, no

Escrita por: Nina Fernandes / Daniel Soares