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Viejo Obrero

Ninfa e Calita

Velho Obreiro

Ombros feridos, os seus pés já calejados
Os velhos tempos passados
Só saudade lhe restou
Montes Valais era onde tu passavas
Anunciando a palavra, muitas almas você ganhou
Passava frio, alimento não levava
A poeira da estrada, quantas vezes você levou?
Hoje sem força se sentes desamparado
Mas no céu está guardado o seu prêmio, seu tesouro

Velho obreiro, o tempo foi passando
Seus cabelos branqueando, e o cansaço te pegou
Mas tem nas mãos a marca da vitória, a semente preciosa
Em muitos corações plantou
Ainda que muitos têm te esquecido
E não têm reconhecido seu trabalho, seu valor
Mas o teu Deus não te esqueceu
E te dará a coroa pelo trabalho que prestou

Quantas vezes em sua caminhada
À beira da estrada de angústia você chorou?
Longe de casa a saudade a apertava
Mas as almas lhe esperavam e você ia com amor
Passava frio, alimento não levava
A poeira da estrada, quantas vezes você levou?
Hoje sem força se sentes desamparado
Mas no céu está guardado o seu prêmio, seu tesouro

Viejo Obrero

Hombros heridos, sus pies ya callosos
Los viejos tiempos pasados
Solo la añoranza le quedó
Montes Valais era donde tú caminabas
Anunciando la palabra, muchas almas ganaste
Pasabas frío, sin llevar alimento
¿Cuántas veces la polvareda del camino soportaste?
Hoy sin fuerzas te sientes desamparado
Pero en el cielo está guardado tu premio, tu tesoro

Viejo obrero, el tiempo fue pasando
Tu cabello se volvió blanco, y el cansancio te alcanzó
Pero en tus manos tienes la marca de la victoria, la semilla preciosa
En muchos corazones sembraste
Aunque muchos te han olvidado
Y no han reconocido tu labor, tu valor
Pero tu Dios no te ha olvidado
Y te dará la corona por el trabajo que realizaste

¿Cuántas veces en tu camino
Al borde del camino de angustia lloraste?
Lejos de casa, la añoranza te apretaba
Pero las almas te esperaban y tú ibas con amor
Pasabas frío, sin llevar alimento
¿Cuántas veces la polvareda del camino soportaste?
Hoy sin fuerzas te sientes desamparado
Pero en el cielo está guardado tu premio, tu tesoro

Escrita por: Luís Carlos Nogueira