Vendaval
O vento sempre vem e arrasta a tempestade
Pra milhas away da nossa ansiedade
E o tempo todo tudo vai voltar... Devagar!
O silêncio sempre vem, e se faz ouvir bem tarde
Por milhas away, chegando à cidade
E a cidade em paz a tudo vai voltar...
Devagar.. Devagar!
Calmarias, turbilhões, passos apressados e desilusões
Olhares, pesares, medos, culpas e desejos!
E desejos!
O vento às vezes vem, sem tempestade
Como a vida com armadilhas e vaidades
E os homens vêem a chuva passar... Devagar!
A tudo eles vêem, à esperança e à desigualdade
Sem saber por quê, ou então sem a vontade
E o tempo todo nos consome a esperar... Devagar... Devagar!
Tormenta
El viento siempre viene y arrastra la tormenta
A millas de distancia de nuestra ansiedad
Y todo volverá... ¡Poco a poco!
El silencio siempre llega, y se hace escuchar muy tarde
A millas de distancia, llegando a la ciudad
Y la ciudad en paz todo volverá...
Poco a poco... ¡Poco a poco!
Calmas, remolinos, pasos apresurados y desilusiones
Miradas, pesares, miedos, culpas y deseos
¡Y deseos!
A veces el viento viene, sin tormenta
Como la vida con trampas y vanidades
Y los hombres ven la lluvia pasar... ¡Poco a poco!
Ven todo, la esperanza y la desigualdad
Sin saber por qué, o sin la voluntad
Y todo el tiempo nos consume esperar... ¡Poco a poco... Poco a poco!
Escrita por: Ageu Rios / Beto / Cacá / Dênis Negão Rods