O Clamor de Mandela
Meu povo não sucumbiu a tanta maldade
Glória de quem lutou por igualdade!
Soweto é gueto, força da favela
Se a pele é negra, é sangue de Mandela
Ê, Madiba!
És pétala retinta dessa flor da mina
O guardião de punho e cabeça erguida
A luta do negro ainda não cessou
Ê, Madiba!
É xhosa, guerrilheiro, é libertação
O grito da calunga contra a opressão
O tata do ideal republicano...
Herdeiro do trono sul-africano
Prisioneiro da ganância,
Voz de toda humildade
As grades não calaram ideais
Onde trancam nosso corpo
Não algemam nossa mente
Resistir é não se entregar jamais
O guardião da justiça....
Quiçá a voz de xangô!
Candeia do povo, axé dos meus,
A chama que vem de Deus!
Inquice contra o feitor.
Ê liberdade! Quizomba no meu terreiro
Enfim o negro desfaz o seu cafuá
E aqui o fim da segregação...
Quimera a solução surgir dessa gente nobre
À espera de um Nelson que faça, então
Valer a salvação dessa gente preta e pobre
El Clamor de Mandela
Mi gente no sucumbió ante tanta maldad
¡Gloria a quien luchó por igualdad!
Soweto es gueto, fuerza de la favela
Si la piel es negra, es sangre de Mandela
¡Eh, Madiba!
Eres pétalo rojo de esta flor de la mina
El guardián de puño y cabeza en alto
La lucha del negro aún no ha cesado
¡Eh, Madiba!
Es xhosa, guerrillero, es liberación
El grito de la calunga contra la opresión
El padre del ideal republicano...
Heredero del trono sudafricano
Prisionero de la avaricia,
Voz de toda humildad
Las rejas no acallaron ideales
Donde encierran nuestro cuerpo
No esposan nuestra mente
Resistir es no rendirse jamás
El guardián de la justicia...
¡Quizás la voz de Xangó!
Luz del pueblo, axé de los míos,
¡La llama que viene de Dios!
Inquice contra el capataz.
¡Oh libertad! Quizomba en mi patio
Finalmente el negro deshace su choza
Y aquí el fin de la segregación...
Quimera la solución surgir de esta gente noble
Esperando a un Nelson que haga, entonces
Valer la salvación de esta gente negra y pobre
Escrita por: Fionda / Fadico / Rildo Seixas / Lequinho / Pedrinho Da Flor / Niu Souza