Navalha
Foram várias noites em claro conversando
A gente na mesa de bar se olhando
Enquanto a gente só ia nos beijando
Você foi, me ganhando
Mas no fim não foi assim
Não te tenho perto de mim
Mulher, me diz por que maltrata? A solidão arrasa
Mulher, me diz o que te falta? Pra te levar pra casa
Mulher, o teu olhar me mata!
Mais afiado do que a navalha
Me perdi nos caracóis de seu cabelo
Só de ouvir sua voz, privados a sós, me arrepia inteiro
Curvas surreais, nunca vi igual
Nada alterado, tudo tão natural
Beijo tão doce quanto o favo de mel
Me faz querer bem mais, vai me levar pro céu
Não consigo entender a nossa relação
Química avançada, várias reação
Te conheço tão bem como a palma da mão
Mas não foi o bastante, me deixou em vão
Guardei os bons momentos, pra sempre recordar
Abracei o travesseiro e comecei a chorar
Procure outro alguém, já não te sirvo mais
Eu vou seguir minha vida, só me deixe em paz
Mulher, me diz o que te falta? Pra te levar pra casa
Mulher, o teu olhar me mata, mais afiado do que a navalha
Mulher, me diz por que maltrata? A solidão arrasa
Mulher, por que tão abusada? Já não te sirvo mais pra nada
Navalha
Fueron varias noches en vela conversando
Nosotros en la mesa del bar mirándonos
Mientras solo nos besábamos
Tú me fuiste ganando
Pero al final no fue así
No te tengo cerca de mí
Mujer, ¿por qué maltratas? La soledad destroza
Mujer, ¿qué te falta? Para llevarte a casa
Mujer, ¡tu mirada me mata!
Más afilada que una navaja
Me perdí en los rizos de tu cabello
Solo al escuchar tu voz, a solas, me eriza por completo
Curvas surreales, nunca vi igual
Nada alterado, todo tan natural
Beso tan dulce como la miel
Me hace querer mucho más, me llevará al cielo
No logro entender nuestra relación
Química avanzada, varias reacciones
Te conozco tan bien como la palma de mi mano
Pero no fue suficiente, me dejaste en vano
Guardé los buenos momentos, para recordar por siempre
Abrazando la almohada, comencé a llorar
Busca a alguien más, ya no te sirvo
Voy a seguir con mi vida, solo déjame en paz
Mujer, ¿qué te falta? Para llevarte a casa
Mujer, ¡tu mirada me mata, más afilada que una navaja!
Mujer, ¿por qué maltratas? La soledad destroza
Mujer, ¿por qué tan abusiva? Ya no te sirvo para nada
Escrita por: Arthur Ribeiro dos Santos / Rafael D. C. Nogueira