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Caja de los Olvidados

Noise Under Control

Caixa Dos Esquecidos

Silêncio gritante na multidão
O canto é o centro da atenção
Esperando à esquerda amanhecerá
O Sol nasce para todos
Não está lá!

Penumbra é relento mesmo que não mereça
Rascunho da sombra dos pés a cabeça
Mundo preto e branco mesmo que agradeça
Ninguém ouvirá e que assim permaneça

Eu quero ser o teu fracasso pra ouvir: Eu não ligo
Entrar na faca de dois gumes só pra ser atingido
Lave as mãos, dance com a morte e ver que não há perigo
Autorretrato do vazio escarrado, esculpido
Escrever uma história só pra rasgar o livro
Lave as mãos, brinque com a sorte e ver que não há sentido

Eu quero ser o teu pulmão só pra sentir que eu respiro
Entrar na briga sem razão só pra medir que eu tô vivo
Seque as mãos, olhe o norte e ver que não há abrigo
autoestima do vazio já te tem como um filho
Escrever uma canção só pra cantar pro inimigo
Seque as mãos, cure o corte e procure um amigo
Na caixa dos esquecidos!

Caja de los Olvidados

Silencio ensordecedor en la multitud
El canto es el centro de atención
Esperando a la izquierda amanecerá
El Sol nace para todos
¡No está allí!

Penumbra es persistente aunque no lo merezca
Borrador de la sombra de pies a cabeza
Mundo en blanco y negro aunque agradezca
Nadie escuchará y así debe permanecer

Quiero ser tu fracaso para escuchar: No me importa
Meterme en la navaja de doble filo solo para ser alcanzado
Lava las manos, baila con la muerte y ve que no hay peligro
Autorretrato del vacío escupido, esculpido
Escribir una historia solo para rasgar el libro
Lava las manos, juega con la suerte y ve que no tiene sentido

Quiero ser tu pulmón solo para sentir que respiro
Entrar en la pelea sin razón solo para medir que estoy vivo
Seca las manos, mira al norte y ve que no hay refugio
Autoestima del vacío ya te tiene como un hijo
Escribir una canción solo para cantarle al enemigo
Seca las manos, cura el corte y busca un amigo
¡En la caja de los olvidados!

Escrita por: Leonardo Lopes