Solstício
(Eu) nunca me apeguei
A tudo o que passou
(Mas) segurei os ponteiros
Pra fazer o tempo parar
Amanheceu
A vida não demora
Relutar com a mão que te sufoca
Cansados
O frio vai te abraçar
Parados no mesmo lugar
Sem ver o tempo
Exaustos de se questionar
Pra onde ir, onde chegar
Ninguém vai responder
Não há um nome para me chamar
(Com ninguém mais se parecer e a nenhum lado pertencer)
Voltar atrás não vai adiantar
(Há muito de mim em cada lugar)
Se perdeu tentando achar respostas
Escureceu e o que conhecia é estranho agora
Solsticio
Nunca me aferro
A todo lo que pasó
Pero sostuve las manecillas
Para detener el tiempo
Amaneció
La vida no espera
Luchar con la mano que te sofoca
Cansados
El frío te abrazará
Detenidos en el mismo lugar
Sin ver el tiempo
Agotados de cuestionarse
A dónde ir, dónde llegar
Nadie va a responder
No hay un nombre para llamarme
(Ni parecerme a nadie ni pertenecer a ningún lado)
Retroceder no servirá de nada
(Hay mucho de mí en cada lugar)
Te perdiste intentando encontrar respuestas
Se oscureció y lo que conocías ahora es extraño