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Campesino

Norte Cartel

Camponês

Procurando respostas pra regras impostas
Verá: quem as faz não procura paz
Com chuva certa a esperança germina
No campo que sangra, a guerra domina
Quem vive da terra espera céu forte
Com vento norte trazido do mar
Dá vida às sementes. Há nuvens, correntes
Que batizam o solo e alimentam meu lar

Sol nascente
Mãos inchadas
Enxadas nas mãos
Fim do dia, vida dura
Duram as marcas em seu coração

Onde passaste plantaste as dores
Matando vidas, cultivando horrores
Poluiu os mares, sujou os ares,
Cortou as árvores e destruiu lares
Meus pés descalços. Chutou sua cerca
Quebrou seu império, destruiu fronteiras
Regou lavouras com sangue em mãos
Ocupou sua terra, cultivou seu chão

A roça suada, a tribo calada
A cerca farpada, liberdade esperada
Liberdade!

Campesino

Procurando respuestas a reglas impuestas
Verás: quien las hace no busca paz
Con lluvia segura la esperanza germina
En el campo que sangra, la guerra domina
Quien vive de la tierra espera cielo fuerte
Con viento norte traído del mar
Da vida a las semillas. Hay nubes, corrientes
Que bautizan el suelo y alimentan mi hogar

Sol naciente
Manos hinchadas
Azadas en las manos
Fin del día, vida dura
Permanecen las marcas en su corazón

Donde pasaste sembraste dolores
Matando vidas, cultivando horrores
Contaminó los mares, ensució los aires
Cortó los árboles y destruyó hogares
Mis pies descalzos. Pateó su cerca
Rompió su imperio, destruyó fronteras
Regó cultivos con sangre en manos
Ocupó su tierra, cultivó su suelo

El campo sudado, la tribu callada
La cerca de púas, libertad esperada
¡Libertad!

Escrita por: Chehuan / Dudu