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Máscaras

Novo Eu

Máscaras

Essa máscara que uso cobre mais que o meu rosto
Maquia a minha dor, esconde o meu desgosto
Das batalhas que a tempos eu tenho enfrentado
Sempre com o sorriso alegre e as noites acordado
Já deixei o faraó, passei o mar vermelho
Mas meu inimigo íntimo eu vejo no espelho
Luto contra a minha carne, isso não é opção
Se eu deixar que ela vença cairei em tentação

Tentando esconder e ao estar com você, não posso mais
(Eu tiro a minha máscara e revelo quem eu sou)
Deixo transparecer o que me faz morrer um pouco mais
(Jogado aos Teus pés o quanto miserável sou)

Em guerras triviais, a tua voz me traz paz
Palavras de vida em meu eu soou
Então eu paro pra ver quem eu deveria ser
Me envergonho daquele que ainda sou

O raiar de um novo dia sempre para me lembrar
Que a escuridão da noite tem a hora de acabar
Dificuldades desanimam, mas não posso parar
Deus nunca dá uma cruz maior que possa suportar
Cada dia uma batalha, cada dia um leão
Minha luta é na trincheira, é no meu campo de ação
O que eu não posso é vencer com minhas mãos
Essa guerra só é ganha com os joelhos no chão

Tentando esconder e ao estar com você, não posso mais
(Eu tiro a minha máscara e revelo quem eu sou)
Deixo transparecer o que me faz morrer um pouco mais
(Jogado aos Teus pés o quanto miserável sou)

Em guerras triviais, a Tua voz me traz paz
Palavras de vida em meu eu sou
Então eu paro pra ver quem eu deveria ser
Me envergonho de quem ainda sou

Máscaras

Esta máscara que uso cubre más que mi rostro
Maquilla mi dolor, esconde mi desdicha
De las batallas que por mucho tiempo he enfrentado
Siempre con una sonrisa alegre y noches despierto
Dejé al faraón, crucé el mar rojo
Pero mi enemigo íntimo lo veo en el espejo
Lucho contra mi carne, no es una opción
Si permito que ella gane, caeré en tentación

Intentando ocultar y al estar contigo, ya no puedo más
(Me quito la máscara y revelo quién soy)
Dejo ver lo que me hace morir un poco más
(Dejado a tus pies lo miserable que soy)

En guerras triviales, tu voz me trae paz
Palabras de vida en mi interior resonaron
Entonces me detengo a ver quién debería ser
Me avergüenzo de aquel que aún soy

El amanecer de un nuevo día siempre me recuerda
Que la oscuridad de la noche tiene su fin
Las dificultades desaniman, pero no puedo detenerme
Dios nunca da una cruz más grande de la que pueda soportar
Cada día una batalla, cada día un león
Mi lucha es en la trinchera, en mi campo de acción
Lo que no puedo hacer es vencer con mis manos
Esta guerra solo se gana con las rodillas en el suelo

Intentando ocultar y al estar contigo, ya no puedo más
(Me quito la máscara y revelo quién soy)
Dejo ver lo que me hace morir un poco más
(Dejado a tus pies lo miserable que soy)

En guerras triviales, tu voz me trae paz
Palabras de vida en mi interior resonaron
Entonces me detengo a ver quién debería ser
Me avergüenzo de quien aún soy

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