Mais Um Belo Dia
Mais um belo dia, não vês?
Uma vez mais não vês.
Não te chega não ver,
ainda queres esconder-nos o que nunca é de mais para quem de trás não traz paz decente - e estamos todos inocentes.
Mais um belo dia,
alguém vai ter de pagar, não crês?
Vê se vês outra solução, eu, por mim, sabes que viso sempre a amizade e a compreensão.
Eu não estou cá por querer.
Por mim, nem sequer estava aqui.
Mas esta é a minha função: Não deixar que te esqueças de ti.
Crês ao querer crer ser o que não é?
Querer crer não é crer, não vês, crer é fugir. É fingir.
Luta, tens de lutar ou é o medo de morrer que te vai matar.
Nunca pudeste? Nunca nasceste. Como fizeste para crescer?
Já houve um dia em que tudo dava certo, se fazia sol ou se chovia era-me igual.
Mas o dia passou e explicou-me o amor, a amizade... na realidade, o Verão acabou e o que sobrou fui eu.
Eu não pedi para nascer. Mas, já que cheguei até aqui, tenho um longo caminho a correr, tenho tanto para ver...
Otro Hermoso Día
Otro hermoso día, ¿no ves?
Una vez más, no ves.
No es suficiente no ver,
¿todavía quieres ocultarnos lo que nunca es de más para quien no trae paz decente desde atrás - y todos somos inocentes.
Otro hermoso día,
alguien tendrá que pagar, ¿no crees?
Mira si ves otra solución, yo, por mi parte, sabes que siempre apunto a la amistad y la comprensión.
No estoy aquí porque quiero.
Por mí, ni siquiera estaría aquí.
Pero esta es mi función: No permitir que te olvides de ti.
¿Crees al querer creer ser lo que no es?
Querer creer no es creer, ¿no ves?, creer es huir. Es fingir.
Lucha, debes luchar o es el miedo a morir lo que te va a matar.
¿Nunca pudiste? Nunca naciste. ¿Cómo hiciste para crecer?
Hubo un día en que todo salía bien, si hacía sol o llovía me daba igual.
Pero el día pasó y me explicó el amor, la amistad... en realidad, el verano terminó y lo que quedó fui yo.
No pedí nacer. Pero, ya que llegué hasta aquí, tengo un largo camino por recorrer, tengo tanto por ver...