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La Felicidad Vive en una Encrucijada

Nuvens

A Felicidade Mora Numa Encruzilhada

Eu não sei viver pra sobreviver
Bem mais do que se vê: há vida

Parece não ter jeito pra ser o que eu sou
Num mundo que exige o que se deve ser e o que se quer.
Pintor bancário, poeta de armário, sonhador em partes,
Revolucionário que já nasceu com o destino traçado.
Ideias pela metade, ideais amordaçados
E jovens amassados por não saber o que fazer.
Me ensinaram que só há um caminho.
Mal sabem eles que estou pronto pra pisar em espinhos,
Sorrir pra solidão
E beijar a testa de quem me fere num olhar cortante de não.
Por toda a coragem, ser gauche na vida,
Enquanto a vaidade brilha até morrer
Você tem que inventar a sua revolução!
Você tem que criar a sua revolução!
Pra lavar a alma, pra lavar e ver nascer

Tem muito nada em tudo
Tem de tudo em nada
Tem por nada e tempo tudo
Tem ferida aberta no mundo
Eu não sei viver pra sobreviver
Muito mais do que se vê: há vida

Você não sabe o que me aconteceu
Meu inimigo maior sou eu. sou eu
Sou o espelho do que não quero ver.
Sou só parte do quero ser. pra quê?
Pra lavar a alma, pra lavar e ver nascer

Tem muito nada em tudo
Tem de tudo em nada
Tem por nada e tempo tudo
Tem ferida aberta no mundo

La Felicidad Vive en una Encrucijada

No sé vivir para sobrevivir
Mucho más de lo que se ve: hay vida

Parece no haber manera de ser quien soy
En un mundo que exige lo que se debe ser y lo que se quiere.
Pintor bancario, poeta de armario, soñador a medias,
Revolucionario que nació con el destino trazado.
Ideas a medias, ideales amordazados
Y jóvenes aplastados por no saber qué hacer.
Me enseñaron que solo hay un camino.
Poco saben que estoy listo para pisar espinas,
Sonreír a la soledad
Y besar la frente de quien me hiere con una mirada cortante de no.
Por toda la valentía, ser torpe en la vida,
Mientras la vanidad brilla hasta morir
¡Tienes que inventar tu revolución!
¡Tienes que crear tu revolución!
Para lavar el alma, para lavar y ver nacer

Hay mucho nada en todo
Hay de todo en nada
Hay por nada y tiempo todo
Hay heridas abiertas en el mundo
No sé vivir para sobrevivir
Mucho más de lo que se ve: hay vida

Tú no sabes lo que me pasó
Mi mayor enemigo soy yo, soy yo
Soy el reflejo de lo que no quiero ver.
Soy solo parte de lo que quiero ser. ¿para qué?
Para lavar el alma, para lavar y ver nacer

Hay mucho nada en todo
Hay de todo en nada
Hay por nada y tiempo todo
Hay heridas abiertas en el mundo

Escrita por: Rapha Moraes