Mô
Já não tenho os mesmo olhos
Quem dirá o coração!
Não anseio mais teus beijos
E tampouco teu colchão
Mas, foi de gelar o peito
(De suar as mãos, de suar as mãos)
Foi de tremular a fala
(De suar as mãos, de suar as mãos)
Foi de baixar a visão
(Ou não, ou não)
De suar as mãos, de suar as mãos, de suar as mãos
Quando te vi
Vindo até mim
Eu percebei
Que estava junto a ti
E achei de usar
Aquele velho apelido que não nos cabe mais
Frío
Ya no tengo los mismos ojos
¡Quién dirá el corazón!
Ya no anhelo tus besos
Y mucho menos tu colchón
Pero, fue helador el pecho
(De sudar las manos, de sudar las manos)
Fue temblorosa la voz
(De sudar las manos, de sudar las manos)
Fue bajar la mirada
(O no, o no)
De sudar las manos, de sudar las manos, de sudar las manos
Cuando te vi
Acercándote a mí
Me di cuenta
Que estaba junto a ti
Y decidí usar
Aquel viejo apodo que ya no nos queda más
Escrita por: Bruno Barros / Danilo Magalhães