395px

Canción Perdida

O Lendário Caos Acústico

Canção Perdida

Uma das luzes esqueceu de se apagar
Nuvens passageiras fazem sombra em um lugar
Onde cães latindo pela noite sempre trazem a notícia
De que algo aconteceu, mas nada fazem seus donos conformados
Sentados em poltronas, nem um pouco preocupados
Com algo que não vai interromper a sua zona de conforto bem na frente da tv

Uma das vozes esqueceu de se calar
Nuvens traiçoeiras jogam chuva em um lugar
Onde vidas e famílias se desfazem
E a matilha de andarilhos que nunca se satisfazem
Com seu olhar de bom samaritano
Que não ajuda a alimentar um outro ser humano
Mas todo mundo só quer fazer o bem
Quando não recebe mais afeto de ninguém

Ah, tanto faz, eu moro nos subúrbios da cidade!
Os crimes que você contempla quando passam nos jornais
Aqui eles acontecem de verdade!
A filha do vizinho desapareceu, ninguém sabe o que aconteceu!
Os senhores não tem tempo pra ensinar
As crianças nunca vão aprender a se importar

Uma das filhas não está mais no seu lar
E tantas famílias que fingem se preocupar já desistem, pouco tempo de procura
Alguns choram, outros culpam ela por ser imatura
Mas a garota buscava liberdade longe de toda essa hipocrisia da cidade
Essa noite chove, mas ninguém aceita que essa chuva seja brincadeira do acaso

Noites chuvosas escondendo gente má
Ruas perigosas não te impedem de passar por esquinas escuras ou um beco aleatório
Pra tentar se convencer de que o perigo é ilusório
Mas nos subúrbios fazemos caridade de medo inveja crime depressão e falsidade

Ah, tanto faz, eu moro nos subúrbios da cidade!
Os crimes que você contempla quando passam nos jornais
Aqui eles acontecem de verdade!
A filha do vizinho desapareceu, ninguém sabe o que aconteceu!
Os senhores não tem tempo pra ensinar, as crianças nunca vão aprender a se importar

Canción Perdida

Una de las luces olvidó apagarse
Nubes pasajeras proyectan sombra en algún lugar
Donde los perros ladran por la noche siempre trayendo noticias
De que algo sucedió, pero a sus dueños conformados no les importa
Sentados en sus sillones, sin preocuparse
Por algo que no interrumpirá su zona de confort frente al televisor

Una de las voces olvidó callarse
Nubes traicioneras arrojan lluvia en algún lugar
Donde vidas y familias se deshacen
Y la manada de vagabundos insaciables
Con su mirada de buen samaritano
Que no ayuda a alimentar a otro ser humano
Pero todos quieren hacer el bien
Cuando ya no reciben afecto de nadie

Ah, no importa, vivo en los suburbios de la ciudad
Los crímenes que ves en las noticias
¡Aquí suceden de verdad!
¡La hija del vecino desapareció, nadie sabe qué pasó!
Los señores no tienen tiempo para enseñar
Los niños nunca aprenderán a preocuparse

Una de las hijas ya no está en casa
Y muchas familias que fingen preocuparse se rinden, poco tiempo de búsqueda
Algunos lloran, otros la culpan por ser inmadura
Pero la chica buscaba libertad lejos de toda la hipocresía de la ciudad
Esta noche llueve, pero nadie acepta que esta lluvia sea obra del azar

Noches lluviosas escondiendo gente mala
Calles peligrosas no te detienen de pasar por esquinas oscuras o un callejón al azar
Para convencerte de que el peligro es ilusorio
Pero en los suburbios hacemos caridad con miedo, envidia, crimen, depresión y falsedad

Ah, no importa, vivo en los suburbios de la ciudad
Los crímenes que ves en las noticias
¡Aquí suceden de verdad!
¡La hija del vecino desapareció, nadie sabe qué pasó!
Los señores no tienen tiempo para enseñar, los niños nunca aprenderán a preocuparse

Escrita por: Matheus Filipe Oliveira