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Calle Brillante

O Racún

Rua Brilhante

Carai, que menor cheirosinho

Me leva pra fazer qualquer coisinha
Que assim como eu, você não quer ficar sozinha
Que a vida anda morna e a gente tá fervendo

Fazendo bolinha, derretendo
Misturando os entrelinhas com o que tá acontecendo
A gente não planeja nada, mas já sabe o que vai rolar

Vem cá (vem cá), vem cá (vem cá)
Vem caminhar pela rua brilhante
Nessa madrugada
Vem cá, vem cá (vem, vem)
Vem calejar o peito de tanto amar

Se Deus quiser, o cavaquinho puxa aquela
Que a gente gosta
Se eu dançasse bonitinho e te arrancasse um sorriso
Já deixava de ser uma aposta

O resto da noite tá guardado
Num saquinho na tua bolsa e tudo vai virar brincadeira
Em homenagem à artificialidade desse estabelecimento
A gente brinda uma inteira
(É que eu não sei o que vai acontecer) e faz

Vem cá
(Vem, vem, vem) vem caminhar pela rua brilhante
Nessa madrugada (vem, vem)
Vem cá (vem, vem, vem), vem cá (vem, vem)
Vem calejar o peito de tanto amar

A senhora quer saber por que eu bebo?

Misteriosamente, vejo em teus olhos
Que tua boca quer tirar o gosto (ah!)
Tirar um pouco da distância até o meu rosto
(Ó, tu pilha memo, hein?)

Morder alguma coisa além do pirulito
Eu ofereço meu pescoço
Se te deixar mais tranquila
Vejo meu reflexo no oceano da tua pupila

Me leva pra fazer qualquer coisinha
Que assim como eu, você não quer ficar sozinha
Que a vida anda morna e a gente tá fervendo

Fazendo bolinha, derretendo
Misturando os entrelinhas com o que tá acontecendo
A gente não planeja nada (mas já sabe o que vai rolar)

Vem cá (vem cá), vem cá
Vem caminhar pela rua brilhante (filha da)
Nessa madrugada
Vem cá, vem cá (vem, vem)
Vem calejar o peito de tanto amar

De tanto amar, de tanto amar
De tanto amar, de tanto amar
De tanto amar, de tanto amar

Calle Brillante

Caray, qué chiquillo tan oloroso

Llévame a hacer cualquier cosa
Que así como yo, tú no quieres estar sola
Que la vida va lenta y nosotros estamos ardientes

Haciendo bolitas, derritiéndonos
Mezclando las entrelíneas con lo que está pasando
No planeamos nada, pero ya sabemos lo que va a pasar

Ven acá (ven acá), ven acá (ven acá)
Ven a caminar por la calle brillante
En esta madrugada
Ven acá, ven acá (ven, ven)
Ven a calentar el pecho de tanto amar

Si Dios quiere, el cavaquinho toca esa
Que nos gusta
Si bailara bonito y te sacara una sonrisa
Ya dejaría de ser una apuesta

El resto de la noche está guardado
En una bolsita en tu mochila y todo se va a convertir en juego
En homenaje a la artificialidad de este lugar
Brindamos por una entera
(Es que no sé qué va a pasar) y hacemos

Ven acá
(Ven, ven, ven) ven a caminar por la calle brillante
En esta madrugada (ven, ven)
Ven acá (ven, ven, ven), ven acá (ven, ven)
Ven a calentar el pecho de tanto amar

¿La señora quiere saber por qué bebo?

Misteriosamente, veo en tus ojos
Que tu boca quiere quitar el sabor (¡ah!)
Quitar un poco de la distancia hasta mi rostro
(Oh, tú sí que eres intensa, ¿eh?)

Morder algo más que el chupetín
Te ofrezco mi cuello
Si eso te deja más tranquila
Veo mi reflejo en el océano de tu pupila

Llévame a hacer cualquier cosa
Que así como yo, tú no quieres estar sola
Que la vida va lenta y nosotros estamos ardientes

Haciendo bolitas, derritiéndonos
Mezclando las entrelíneas con lo que está pasando
No planeamos nada (pero ya sabemos lo que va a pasar)

Ven acá (ven acá), ven acá
Ven a caminar por la calle brillante (hija de)
En esta madrugada
Ven acá, ven acá (ven, ven)
Ven a calentar el pecho de tanto amar

De tanto amar, de tanto amar
De tanto amar, de tanto amar
De tanto amar, de tanto amar

Escrita por: O Racun