Estrangeiro de Mim
Arquiteturas de
proteção.
Igualdade como legitimação de exclusão da diferença,fabricadores de
vivências.
Processos de construções transformacionais.
'Coisificação da
diferença' pra nos assemelharmos 'iguais'.
(Des)biograficação de
mim.
Diferença multisingular, não como algo em si.
______Refrão______
Estrangeiro de mimmesmo.
Querem me identicar.
Entender,
fixar,querem me sujeita.
E fazer viver, essa biografia.
Não
vivo,aconteço.
Transformações multiplas.
_______Refrão______
Dizem que é
uma arte Viver.
Depois de disciplinar, querem controlar seu querer.
Institui
e profissionaliza o existir com o substantivo "vida".
"Querem" fazer, nascer,
crescer, reproduzir e morrer.
"Não sou" herança, nem tradição.
Não dou
continuidade a nenhuma geração.
A memória uma construção
sangrenta.
Forastero de mí mismo
Arquitecturas de
protección.
Igualdad como legitimación de exclusión de la diferencia, fabricantes de
experiencias.
Procesos de construcciones transformacionales.
'Cosificación de la
diferencia' para que nos parezcamos 'iguales'.
(Des)biograficación de
mí.
Diferencia multisingular, no como algo en sí.
______Estribillo______
Forastero de mí mismo.
Quieren identificarme.
Entender,
afirmar, quieren subyugarme.
Y hacer vivir, esta biografía.
No
vivo, sucedo.
Transformaciones múltiples.
_______Estribillo______
Dicen que es
un arte Vivir.
Después de disciplinar, quieren controlar tu querer.
Instituyen
y profesionalizan el existir con el sustantivo 'vida'.
'Quieren' hacer, nacer,
crecer, reproducir y morir.
'No soy' herencia, ni tradición.
No doy
continuidad a ninguna generación.
La memoria una construcción
sangrienta.