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Trabajador del Sol

Oliveira Santos

Trabalhador do Sol

Eu sou um nordestino
Trabalhador do Sol
Eu tiro o meu sustento
Compro Meu alimento com meu suor

Eu sigo o meu caminho
Tô indo trabalhar
Todo dia planta uma esperança
Pra poder não sonhar

São Pedro por favou
Não não faça eu chorar
Minha família ainda mal
Cuide do meu milharal
Para poder nos sustentar

Eu vou colher o amor
Eu vou plantar minha fé
Pra curar minha dor

E O fogareiro, cadê?
A chama se apagou
O nosso açude secou
A tapioca acabou, vamos chorar?

Eu pego o meu cavalo
E vou no ritmo do sertão
Rezando pelas marcas
Deixadas na pele pelo sertão

Mar azul de solidão
Não chove, chove
Não chove não!

Mar azul de solidão
Não chove, chove
Não chove no meu sertão!

Mar azul de solidão!

Trabajador del Sol

soy del noreste
Trabajador del sol
me gano la vida
Compro mi comida con mi sudor

sigo mi camino
Estoy yendo a trabajar
Cada día planta una esperanza
entonces no puedo soñar

San Pedro por favor
No, no me hagas llorar
Mi familia todavía está en problemas
Cuida mi maizal
Para poder apoyarnos

cosecharé el amor
plantaré mi fe
Para curar mi dolor

Y la estufa, ¿dónde está?
la llama se apago
Nuestro estanque se ha secado
Se acabó la tapioca, ¿vamos a llorar?

tomo mi caballo
Y voy al ritmo del sertón
Orando por las marcas
Dejado en la piel por el sertón

Mar azul de soledad
No llueve, llueve
¡No llueve!

Mar azul de soledad
No llueve, llueve
¡No llueve en mis tierras de atrás!

¡Mar azul de soledad!

Escrita por: José Alves de Oliveira