Enquanto a Cidade Dorme
Sinto falta do teu sexo, da sua falta de nexo
E de tudo mais... e de tudo mais
Louco aprendi a ser contigo e peço volta, porque não sei mais o que dizer
Deixo esse medo nos prender, deixo esse medo nos prender
Enquanto a cidade dorme eu sou o silêncio
Não tem porque fingir que estou bem
Enquanto a cidade dorme, o som da chuva, a voz da Janis
Os meus discos já tão seus e teu cheiro já tão meu
Aí eu te pergunto como tudo se perdeu?
Sem essa de destino, certo e errado
Alto lá, nem tudo é culpa do acaso
E eu te peço volta
Tá tudo pouco, meio louco... é
Ainda é cedo pra gente se perder
Ainda é cedo pra você me esquecer
Enquanto a cidade dorme eu sou o desejo
Não dá para fingir que estou bem
Enquanto a cidade dorme eu sinto a falta do teu sexo, do incorreto, seu reflexo
E do seu nexo também
Nós dois uma bomba-relógio
Nós dois, pura dor de cabeça
Nós dois, culpa e vítima, agora
E a vida se insinua, eu estou à sua procura
Mas isso sentido não faz
Enquanto a cidade dorme eu sou o silêncio
Não tem porque fingir que estou bem (Não tem porque não, não)
Enquanto a cidade dorme eu sinto a falta do teu sexo, do incorreto, seu reflexo
E do seu nexo também
Não tem porque não, não
Volta, volta, volta
Volta, volta, volta
Volta, volta, volta
Mientras la Ciudad Duerme
Extraño tu sexo, tu falta de sentido
Y todo lo demás... y todo lo demás
Loco aprendí a ser contigo y pido que vuelvas, porque ya no sé qué decir
Dejo que este miedo nos ate, dejo que este miedo nos ate
Mientras la ciudad duerme, yo soy el silencio
No hay razón para fingir que estoy bien
Mientras la ciudad duerme, el sonido de la lluvia, la voz de Janis
Mis discos ya son tuyos y tu olor ya es mío
Entonces te pregunto, ¿cómo se perdió todo?
Nada de destino, correcto o incorrecto
Alto ahí, no todo es culpa del azar
Y te pido que vuelvas
Todo es un poco, medio loco... sí
Todavía es temprano para perdernos
Todavía es temprano para que me olvides
Mientras la ciudad duerme, yo soy el deseo
No puedo fingir que estoy bien
Mientras la ciudad duerme, extraño tu sexo, lo incorrecto, tu reflejo
Y también tu sentido
Los dos somos una bomba de tiempo
Los dos, puro dolor de cabeza
Los dos, culpables y víctimas, ahora
Y la vida se insinúa, te estoy buscando
Pero esto no tiene sentido
Mientras la ciudad duerme, yo soy el silencio
No hay razón para fingir que estoy bien (No hay razón para no, no)
Mientras la ciudad duerme, extraño tu sexo, lo incorrecto, tu reflejo
Y también tu sentido
No hay razón para no, no
Vuelve, vuelve, vuelve
Vuelve, vuelve, vuelve
Vuelve, vuelve, vuelve
Escrita por: Olivêra / Douglas C. Gontijo