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En la Hacienda de Papá

Orlando Freitas

Na Fazenda do Papai

Fui embora da fazendinha já não tem mais serenata
O meu foto a viola caipira
Papai guardou
Para ter recordação
Foi depos de muitos anos
Eu voltei a fazendinha
Papai mamae já morreram meus irmão ficou velinho
E eles nem percebeu que eu também fiquei velinho

A mulher que eu mais amava
Com o tempo deformo
Seus cabelos em branquecero
O seu rosto inrrugadinho o seu corpo embodocado
Com as perna cheia de no

Eu guardei em minha mente
Eu recordo do passado
Me parece que eu escuto
Eixo do carro cantando
Papai gritando com os boi
Carro de boi do papai
Por uma recordação
Esta guardado ne um barracão
No terreiro da fazenda

En la Hacienda de Papá

Me fui de la haciendita, ya no hay más serenata
Mi foto con la guitarra caipira
Papá guardó
Para tener de recuerdo
Después de muchos años
Regresé a la haciendita
Papá y mamá ya murieron, mis hermanos envejecieron
Y ni siquiera se dieron cuenta de que yo también envejecí

La mujer que más amaba
Con el tiempo se deformó
Sus cabellos se volvieron blancos
Su rostro arrugadito, su cuerpo encorvado
Con las piernas llenas de nudos

Guardé en mi mente
Recuerdo del pasado
Me parece que escucho
El eje del carro cantando
Papá gritando a los bueyes
Carreta de bueyes de papá
Por un recuerdo
Está guardado en un galpón
En el patio de la hacienda

Escrita por: Orlando Freitas