A Carta (segunda versão)
411, continue a ler a carta da nossa mãezinha
Está bem, companheiro, ouça
Os meus cabelos eram brancos, tão mais brancos
Minha cabeça é um floco de algodão
Toda a saudade que havia pelo mundo
Está morando agora no meu coração
A ti e aos teus bravos companheiros
Que falte tudo, cobertor e até um pão
Mas saibam que não faltará nenhuma
Tua mãezinha a rezar uma oração
Pois um soldado não chora
Também não devo chorar
Devo honrar a farda que visto
Minha pátria também devo honrar
Acima de todas as coisas
Pois sou forte, não temo lutar
Sou soldado, honro a farda que visto
E um soldado não deve chorar
Pois um soldado não chora
Também não devo chorar
Devo honrar a farda que visto
Minha pátria também devo honrar
Acima de todas as coisas
Pois sou forte, não temo lutar
Sou soldado, honro a farda que visto
E um soldado não deve chorar
La Carta (segunda versión)
411, sigue leyendo la carta de nuestra mamita
Está bien, compañero, escucha
Mis cabellos eran blancos, tan más blancos
Mi cabeza es un copo de algodón
Toda la nostalgia que había en el mundo
Ahora vive en mi corazón
A ti y a tus valientes compañeros
Que falte todo, cobertor y hasta un pan
Pero sepan que no faltará ninguna
Tu mamita rezando una oración
Porque un soldado no llora
Tampoco debo llorar
Debo honrar el uniforme que llevo
A mi patria también debo honrar
Por encima de todas las cosas
Porque soy fuerte, no temo luchar
Soy soldado, honro el uniforme que llevo
Y un soldado no debe llorar
Porque un soldado no llora
Tampoco debo llorar
Debo honrar el uniforme que llevo
A mi patria también debo honrar
Por encima de todas las cosas
Porque soy fuerte, no temo luchar
Soy soldado, honro el uniforme que llevo
Y un soldado no debe llorar
Escrita por: Custódio Mesquita