Espelho do Destino
Você, que sabe ser presunçosa
Ó mulher pretensiosa
Que de mim já se esqueceu
Não vê que com esse orgulho todo
Quem tirou você do lodo
Quem lhe deu a mão, fui eu
Mas na escola desta vida
Para toda alma perdida
O sofrer é uma lição
É sofrendo que se aprende
Que quem tarde se arrepende
Não merece mais perdão
Porém, a você dou um conselho
Olhe bem pra esse espelho
Que o destino sempre traz
Uma folha desprendida
Do galho onde foi nascida
Não se ergue nunca mais
Você, que sabe ser presunçosa
Ó mulher pretensiosa
Que de mim já se esqueceu
Não vê que com esse orgulho todo
Quem tirou você do lodo
Quem lhe deu a mão, fui eu
Espejo del Destino
Tú, que sabes ser presumida
Oh mujer pretensiosa
Que de mí ya se olvidó
No ves que con todo ese orgullo
Quien te sacó del fango
Quien te dio la mano, fui yo
Pero en la escuela de esta vida
Para toda alma perdida
El sufrir es una lección
Es sufriendo que se aprende
Que quien tarde se arrepiente
No merece más perdón
Sin embargo, a ti te doy un consejo
Mira bien ese espejo
Que el destino siempre trae
Una hoja desprendida
Del ramo donde nació
Nunca se levanta más
Tú, que sabes ser presumida
Oh mujer pretensiosa
Que de mí ya se olvidó
No ves que con todo ese orgullo
Quien te sacó del fango
Quien te dio la mano, fui yo
Escrita por: Aldo Cabral, Benedito Lacerda