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Tiempo de Niño

Os 4 Gaudérios

Tempos de Piá

Quando me lembro da estância
Do lugar onde nasci
Do tempo em que eu era guri
Meu passado minha infância
Recordo quando era criança
Dos lugares que brinquei
Dos riachos que nadei
Que hoje só restam lembrança

Bons momentos que passei
Nos meus tempos de piá
Ao redor do fogo causos da vida de peão

Quanta vontade de saber onde andará
E de voltar pro meu altar que é meu galpão

Ai que saudade do meu passado que está calado e não volta mais
Das velhas rinhas de galo, do meu cavalo não esqueço mais
Ai que saudade do meu passado que está calado e não volta mais
Das velhas rinhas de galo, do meu cavalo não esqueço mais

Lembro da velha morada
Do meu pai velho tropeiro
Do cachorro viadeiro
Companheiro de caçada
Lembro da patacuadas
Do meu querido parceiro
Meu avô velho campeiro
E a primeira namorada

Bons momentos que passei
Nos meus tempos de piá
Ao redor do fogo causos da vida de peão

Quanta vontade de saber onde andará
E de voltar pro meu altar que é meu galpão

Ai que saudade do meu passado que está calado e não volta mais
Das velhas rinhas de galo, do meu cavalo não esqueço mais
Ai que saudade do meu passado que está calado e não volta mais
Das velhas rinhas de galo, do meu cavalo não esqueço mais

Tiempo de Niño

Cuando recuerdo la estancia
Del lugar donde nací
Del tiempo en que era chico
Mi pasado, mi infancia
Recuerdo cuando era niño
De los lugares donde jugué
De los arroyos donde nadé
Que hoy solo quedan recuerdos

Buenos momentos que pasé
En mis tiempos de niño
Alrededor del fuego, historias de la vida de peón

Cuántas ganas de saber dónde andará
Y de volver a mi altar, que es mi galpón

Ay, qué nostalgia de mi pasado que está callado y no vuelve más
De las viejas peleas de gallos, de mi caballo no olvido más
Ay, qué nostalgia de mi pasado que está callado y no vuelve más
De las viejas peleas de gallos, de mi caballo no olvido más

Recuerdo la vieja morada
De mi padre viejo arriero
Del perro vagabundo
Compañero de caza
Recuerdo las travesuras
De mi querido compañero
Mi abuelo viejo campero
Y la primera novia

Buenos momentos que pasé
En mis tiempos de niño
Alrededor del fuego, historias de la vida de peón

Cuántas ganas de saber dónde andará
Y de volver a mi altar, que es mi galpón

Ay, qué nostalgia de mi pasado que está callado y no vuelve más
De las viejas peleas de gallos, de mi caballo no olvido más
Ay, qué nostalgia de mi pasado que está callado y no vuelve más
De las viejas peleas de gallos, de mi caballo no olvido más

Escrita por: Cristiano Ferreira / Sólon Meneghetti