Boiadeiro Valente
Major diogo ferreira fazendeiro abastado
Tinha quarenta fazendas espalhadas pelo estado
Também tinha uma filha que ele amava com ternura
Morena cabelos negros bem pra baixo da cintura
Um peão de boiadeiro na cidade apareceu
Se apaixonou pela moça e ela correspondeu
Pra não contrariar a filha major deu consentimento
No prazo de pouco tempo realizou-se o casamento.
Um mês depois de casados foi quebrado a união
Morena cortou o cabelo contra o gosto do peão
Boiadeiro ignorante com requinte de maldade
Humilhou a sua esposa lá na praça da cidade
A história daqui pra frente foi assim que aconteceu
Major diogo quando soube sangue na veia ferveu
Mandou chamar seus capangas, deu um abraço na filha
Vou mostrar pra este peão o peso de uma família.
Peão desfilou na praça com uma bela peruca
Sapato de salto alto e um trinta e oito na nuca
Pra deixar de ser machão levou uma chuva de tapas
E o boiadeiro valente desapareceu do mapa.
Valiente Vaquero
Major Diogo Ferreira, un rico hacendado
Tenía cuarenta fincas repartidas por el estado
También tenía una hija a quien amaba con ternura
Morena, cabello negro hasta la cintura
Un peón vaquero llegó a la ciudad
Se enamoró de la chica y ella correspondió
Para no contradecir a su hija, el Mayor dio su consentimiento
En poco tiempo se realizó la boda
Un mes después de casados, la unión se rompió
Morena se cortó el cabello en contra del gusto del peón
El vaquero ignorante con malicia refinada
Humilló a su esposa en la plaza de la ciudad
La historia continuó así
Cuando el Mayor Diogo se enteró, la sangre hirvió
Llamó a sus matones, abrazó a su hija
Voy a mostrarle a este peón el peso de una familia
El peón desfiló en la plaza con una hermosa peluca
Zapatos de tacón alto y un treinta y ocho en la nuca
Para dejar de ser tan macho, recibió una lluvia de bofetadas
Y el valiente vaquero desapareció del mapa
Escrita por: Ademar Braga / Antero