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Lejos de la China

Os Fazendeiros

Longe da China

Sei que não posso mais ficar longe do pampas
Eu já tentei mas já vi que não tem jeito
Pois a saudade da gauchinha querida
Está queimando igual um fogo no meu peito

Fui um gaúcho que sempre vivia alegre
E hoje em dia nem cantar não posso mais
E quando eu canto só escuto a voz da China
Que está pedindo para mim voltar pra trás

Longe da China não tenho felicidade
Porque eu sinto a falta do seu amor
Pois um gaúcho que viv longe dos pampas
Sempre carrega dentro do peito uma dor

E essa dor a tempo eu trago comigo
É uma paixão que a toda hora me puxa
É o amor que eu sinto por minha China
É a saudade da minha terra gaúcha

Longe dos pampas eu sou um gaúcho triste
Não me envergonho em dizer que já chorei
Quando recordo meu cachorro companheiro
E o meu cavalo foi eu mesmo que domei

Pego meu laço feito de couro de pardo
Das carreiradas dos fandangos de galpão
Lembro também do rodeio da vacaria
Da gaúchada do churrasco e chimarrão

Esta saudade que eu sinto da minha China
É uma chincha que está me apertando
Ainda ontem recebi noticias dela
E ela disse que está me esperando

Alô xinoca pode anunciar me regresso
Não é preciso que outra cartinha me mande
Eu voltarei aos teus braçõs gauchinha
E nunca mais eu deixarei do meu rio grande

Lejos de la China

Sé que no puedo seguir lejos de los pampas
Ya lo intenté, pero vi que no hay forma
Porque la añoranza de mi gauchita querida
Está ardiendo como un fuego en mi pecho

Fui un gaucho que siempre vivía alegre
Y hoy en día ni cantar puedo ya
Y cuando canto solo escucho la voz de la China
Que me está pidiendo que regrese ya

Lejos de la China no tengo felicidad
Porque extraño su amor con intensidad
Porque un gaucho que vive lejos de los pampas
Siempre lleva dentro del pecho un dolor

Y ese dolor lo llevo conmigo a cada instante
Es una pasión que me jala todo el tiempo
Es el amor que siento por mi China
Es la añoranza de mi tierra gaucha

Lejos de los pampas soy un gaucho triste
No me da vergüenza decir que he llorado
Cuando recuerdo a mi perro compañero
Y mi caballo fui yo quien lo domé

Tomo mi lazo hecho de cuero de pardo
De las carreras y los fandangos de galpón
Recuerdo también el rodeo de la vacaría
De la gauchada, el asado y el chimarrón

Esta añoranza que siento por mi China
Es una presión que me está apretando
Ayer recibí noticias de ella
Y me dijo que me está esperando

Hola xinoca, puedes anunciar mi regreso
No es necesario que me mandes otra carta
Volveré a tus brazos, gauchita
Y nunca más dejaré mi río grande

Escrita por: Os Fazendeiros