Vanerinha da Saudade
Que saudade, dos meus tempos de piá
Da minha terra, de tudo que deixei lá
Meu cachorro, velho cusco tão amigo
Vim mi embora, nunca mais cacei contigo
Lembro ainda, as tardes de domingueira
Eu dançava, com a namorada primeira
Nos domingos, sempre tinha carreirada
Eu jogava, um pila na égua bragada
As lembranças, apertam meu coração
São francisco, lá no fundo do rincão
Vanerinha da Saudade
Extraño mis días de niño
De mi tierra, de todo lo que allí dejé
Mi perro, un viejo cusqueño tan amigable
Me fui, nunca más cacé contigo
Todavía recuerdo las tardes de domingo
Bailé, primero con mi novia
Los domingos siempre había carrera
Yo jugué, una verga en la yegua bragada
Los recuerdos aprietan mi corazón
San Francisco, en lo profundo de la esquina