Patrimônio Cultural
Bem na porteira na entrada da fazenda
Tem um moirão que é uma obra sagrada
O João-de-Barro, nosso pedreiro bravio
Ali, construiu a sua bela morada
O velho João se tornou guardião da estância
Que é um patrimônio cultural da humanidade
Em frente à casa, sobrou um velho canhão
Que foi usado na grande revolução
Pra defender o nosso chão e a liberdade
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de grandiosos remates
Das rodas de mates entre ricos fazendeiros
Das tropas e tropas em direção à charqueada
Guaiacas recheadas, estufadas de dinheiro
Hoje, a fazenda é patrimônio cultural
Acervo bagual que orgulha o nosso povo
Contem comigo se, um dia, a guerra voltar
Pelo Rio Grande, estou pronto pra lutar
E agregar na tropa um sangue novo
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda foi palco de muitas lutas
Sangrentas disputas, ainda restam sinais
Soldados farrapos, muito sangue derramado
Enquanto peleavam pelos nossos ideais
Meu bisavô nos deixou alguns bilhetes
Escrito a punho em meio ao fogo cruzado
São relatos que registram nossa história
Pra que o futuro soubesse que essa vitória
Custou a vida de muitos bravos soldados
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Patrimonio Cultural
En la entrada de la finca, justo en la puerta
Hay un poste que es una obra sagrada
El Hornero, nuestro valiente albañil
Allí construyó su hermosa morada
El viejo Juan se convirtió en guardián de la estancia
Que es un patrimonio cultural de la humanidad
Frente a la casa, quedó un viejo cañón
Que fue usado en la gran revolución
Para defender nuestra tierra y la libertad
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Vieja finca de grandiosas subastas
De las rondas de mate entre ricos hacendados
De las tropas y tropas rumbo al saladero
Guaiacas llenas, repletas de dinero
Hoy, la finca es patrimonio cultural
Acervo gauchesco que enorgullece a nuestro pueblo
Cuenten conmigo si, algún día, la guerra regresa
Por Río Grande, estoy listo para luchar
Y sumar a la tropa una sangre nueva
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Vieja finca que fue escenario de muchas luchas
Disputas sangrientas, aún quedan señales
Soldados farrapos, mucha sangre derramada
Mientras peleaban por nuestros ideales
Mi bisabuelo nos dejó algunas cartas
Escritas a mano en medio del fuego cruzado
Son relatos que registran nuestra historia
Para que el futuro supiera que esta victoria
Costó la vida de muchos valientes soldados
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Vieja finca de estanques y mangos
De la vieja puerta de la que habló Teixeirinha
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó
Es un patrimonio cultural de nuestra gente
Orgulloso en el presente de lo que el pasado nos dejó