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Rancheira de las Generaciones

Os Monarcas

Rancheira Das Gerações

Na dança de uma rancheira
É difícil quem não se entrevera
Ela anima sempre a vida inteira
E alegra a alma do qüera

A rancheira é dança nativa
Como as origens do meu rincão
Mas ainda é a chama viva
Dos bailes de tradição

Como é lindo ver bastante gente
No seu compasso indo e voltando
A rancheira é música quente
E quem escuta fica gostando

E foi dançando assim desse jeito
Que uma chinoca pra mim sorria
Então senti dentro do meu peito
Alguma coisa que eu não conhecia

O amor assim chegou certeiro
E me pealou dos pés às munhecas
E a minha vida de solteiro
Então pressenti que se foi à breca

Aquela prenda tão linda e faceira
Que o destino pra mim reservou
Minha livre alma caborteira
Naquele instante ela aprisionou

De lá pra cá estamos juntinhos
E pela vida vamos continuar
Não tem só flores em nossos caminhos
Mas os problemas sabemos enfrentar

Por isso hoje agradeço contente
Esta rancheira das gerações
Ela liga o passado ao presente
E também une os corações

Rancheira de las Generaciones

En la danza de una rancheira
Es difícil quien no se entrevera
Siempre anima la vida entera
Y alegra el alma del güero

La rancheira es danza nativa
Como las raíces de mi rincón
Pero aún es la llama viva
De los bailes de tradición

Qué lindo es ver a tanta gente
En su compás yendo y viniendo
La rancheira es música caliente
Y quien escucha va disfrutando

Y fue bailando así de este modo
Que una chinita me sonreía
Entonces sentí dentro de mi pecho
Algo que nunca conocía

El amor así llegó certero
Y me llenó de pies a cabeza
Y mi vida de soltero
Entonces sentí que se fue a la fregada

Aquella prenda tan linda y coqueta
Que el destino para mí reservó
Mi libre alma de vaquero
En ese instante ella atrapó

Desde entonces estamos juntitos
Y por la vida vamos a seguir
No solo hay flores en nuestros caminos
Pero los problemas sabemos enfrentar

Por eso hoy agradezco contento
Esta rancheira de las generaciones
Ella une el pasado con el presente
Y también une los corazones

Escrita por: João Argenir dos Santos, Edio Mucioll