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Divã

Os Últimos Escolhidos do Futebol

Divã

Planetas habitáveis, mil
Cometas, meus anseios
Sempre querem mais

As órbitas ornamentais
Dos olhos seus
Tonteiam tanto o meu

Olhar estreito eu deito pra te enxergar melhor
De perto eu sinto o som do seu suor
Tua carne de açúcar na capa do jornal
Só me resta sonhar

Nós dois no Sol
E a noite acontecendo sem querer
Vai ver
A sua cama é o meu melhor divã
Arder
Perdidos sob o céu de amanhã
Se amanhã
Existir
Vai ver

Eu juro eu tento tanto
É tudo tão real
À noite eu sonho
Um sonho sempre igual
Sua carne de açúcar, na capa do jornal
E eu não posso tocar

Nós dois, canhões
Testando a força de nossos pulmões, sem descansar
Jurando flertes, tendo discussões sobre esse amor
E a dor que é ser só imaginação
Diz que não
Vai sumir
Daqui

Divã

Planetas habitables, mil
Cometas, mis anhelos
Siempre quieren más

Las órbitas ornamentales
De tus ojos
Me marean tanto

Miro estrechamente para verte mejor
De cerca siento el sonido de tu sudor
Tu piel de azúcar en la portada del periódico
Solo me queda soñar

Los dos en el Sol
Y la noche sucediendo sin querer
Quizás
Tu cama es mi mejor diván
Ardiendo
Perdidos bajo el cielo del mañana
Si mañana
Existe
Quizás

Juro que lo intento tanto
Todo es tan real
En la noche sueño
Un sueño siempre igual
Tu piel de azúcar, en la portada del periódico
Y no puedo tocar

Los dos, cañones
Probando la fuerza de nuestros pulmones, sin descansar
Jurando coqueteos, teniendo discusiones sobre este amor
Y el dolor de ser solo imaginación
Dice que no
Va a desaparecer
De aquí

Escrita por: Joao Ferreira, Paulo Nunes