Rio Camaquã
Camaquã, rio dos meus sonhos
Barranca, salso, chorão
Águas claras correntosas
Correm por baixo do chão
Camaquã, rio dos meus sonhos
E da imensa mataria
Das pobrezas, das farturas
Muita lagrima e alegria
Corta, machado, corta,
A mataria do camaquã
Barriga cheia dos meus filhos
Nas balsas de Tarumã
Corta, machado, corta
A mataria do camaquã
Barriga cheia dos meus filhos
Nas balsas de Tarumã
Camaquã, rio dos meus sonhos
Areias do faxinal
Negro velho e a pipa d'água
Nunca mais verei igual
Camaquã, rio dos meus sonhos
Do Zé Antonio Canoeiro
Enchentes de São Miguel
Nosso Santo padroeiro
Corta, machado, corta
A mataria do camaquã
Barriga cheia dos meus filhos
Nas balsas de Tarumã
Río Camaquã
Camaquã, río de mis sueños
Orilla, salada, llorona
Aguas claras correntosas
Corren por debajo del suelo
Camaquã, río de mis sueños
Y de la inmensa selva
De las pobrezas, de las abundancias
Mucha lágrima y alegría
Corta, hacha, corta,
La selva del camaquã
Barriga llena de mis hijos
En las balsas de Tarumã
Corta, hacha, corta
La selva del camaquã
Barriga llena de mis hijos
En las balsas de Tarumã
Camaquã, río de mis sueños
Arenas del pastizal
Negro viejo y la pipa de agua
Nunca más veré igual
Camaquã, río de mis sueños
De José Antonio Canoero
Inundaciones de San Miguel
Nuestro Santo patrón
Corta, hacha, corta
La selva del camaquã
Barriga llena de mis hijos
En las balsas de Tarumã
Escrita por: Oscar Soares