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Noches de Plástico

Outubro

Noites de Plástico

Ela me contou uma história você e eu mais uma noite de promessas
Repletas de palavras insólitas
Não percebeu que o tempo tinha pressa sentiu sua velhice aos 26 anos
Nas pesadas 26 décadas mais breves nos mais leves 26 segundos

Mais longos seus vícios de perturbação baixa movimentação alta desintegração
Altíssima pulsação vou te dizer que agora é aqui e o tempo não passou
Vou desdizer não foi em vão e nada mudou suas noites são de plástico
Seus dias são reais demais heroicamente (heroinicamente) venciam seus medos
E não lhe garantiam a paz e ela atravessou a rua
Com os olhos frios estendendo as mãos mas no mundo não havia mais ninguém
Seu céu tornou-se expiação e eu pedi que acreditassem que eu valia mais
Eu pedi que acreditassem que ru fosse capaz
Só que eu não acreditei em mim e ela não disse adeus.

Noches de Plástico

Ella me contó una historia, tú y yo, otra noche de promesas
Llenas de palabras inusuales
No se dio cuenta de que el tiempo corría, sintió su vejez a los 26 años
En las pesadas 26 décadas más cortas, en los más ligeros 26 segundos

Más largos sus vicios de perturbación, baja movilidad, alta desintegración
Pulsación altísima, te diré que ahora es aquí y el tiempo no ha pasado
Voy a retractarme, no fue en vano y nada cambió, sus noches son de plástico
Sus días son demasiado reales, heroicamente (heroicamente) vencían sus miedos
Y no le garantizaban la paz, ella cruzó la calle
Con los ojos fríos, extendiendo las manos, pero en el mundo ya no había nadie
Su cielo se convirtió en expiación y pedí que creyeran que valía más
Pedí que creyeran que yo era capaz
Pero yo no creí en mí y ella no dijo adiós.

Escrita por: Claudio Zeferino / Denis Silva