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Hombre de Piedra / Teléfono Mudo / Las Golondrinas (popurrí)

Padre Alessandro Campos

Homem de Pedra / Telefone Mudo / As Andorinhas (pot-pourri)

Oh meu amigos
Bom demais
Que saudade dos velhos tempos que não voltam mais
Ê modão
Vamo lá

Já fui um grão de areia, todos pisavam em mim
Agora resolvi tomar uma decisão
Não sou mais grão de areia, virei uma pedra bruta
De pedra transformei também o meu coração

De pedra muito dura fiz pra sempre o meu destino
De aço construí minha imaginação
O pranto dos meus olhos para sempre envenenei
Pra matar seu orgulho e a sua traição

Homem de pedra que não tem mais compaixão
Não tem alma não tem nada nem amor nem ilusão
E só assim silenciou meu sofrimento
Sou agora uma estátua sem abrigo no relento

Palmas para o trio do Brasil
Segura
Creone, Parrerito e Xonadão
Na palma da mão
Comigo, assim
Chá chá chá
Bonito

Eu quero que risque o meu nome da sua agenda
Esqueça o meu telefone, não me ligue mais
Porque já estou cansado de ser o remédio
Pra curar o seu tédio
Quando seus amores não lhe satisfaz

Cansei de ser o seu palhaço
Fazer o que sempre quis
Cansei de curar sua fossa
Quando você não se sentia feliz

Por isso é que decidi
O meu telefone cortar
Você vai discar várias vezes
Telefone mudo não pode chamar

Puxa

As andorinhas voltaram
E eu também voltei
Pousar no velho ninho
Que um dia aqui deixei

Nós somos andorinhas
Que vão e quem vem
À procura de amor
Ás vezes volta cansada
Ferida, machucada
Mas volta pra casa
Batendo suas asas
Com grande dor

Igual a andorinha
Eu parti sonhando
Mas foi tudo em vão

Voltei sem felicidade
Porque, na verdade
Uma andorinha
Voando sozinha
Não faz verão

Igual a andorinha
Eu parti sonhando
Mas foi tudo em vão

Voltei sem felicidade
Porque, na verdade
Uma andorinha
Voando sozinha
Não faz verão

As andorinhas voltaram
E eu também voltei

Hombre de Piedra / Teléfono Mudo / Las Golondrinas (popurrí)

Oh mis amigos
Tan buenos
Qué nostalgia de los viejos tiempos que no volverán
¡Qué canción tan nostálgica!
Vamos allá

Ya fui un grano de arena, todos pisaban sobre mí
Ahora decidí tomar una decisión
Ya no soy un grano de arena, me convertí en una piedra bruta
De piedra también transformé mi corazón

De piedra muy dura hice mi destino para siempre
De acero construí mi imaginación
Envenené para siempre las lágrimas de mis ojos
Para matar tu orgullo y tu traición

Hombre de piedra que ya no tiene compasión
No tiene alma, no tiene nada, ni amor ni ilusión
Y así silencié mi sufrimiento
Ahora soy una estatua sin refugio en la intemperie

Aplausos para el trío de Brasil
Aguanta
Creone, Parrerito y Xonadão
En la palma de la mano
Conmigo, así
Chá chá chá
Bonito

Quiero que borres mi nombre de tu agenda
Olvídate de mi teléfono, no me llames más
Porque estoy cansado de ser el remedio
Para curar tu aburrimiento
Cuando tus amores no te satisfacen

Me cansé de ser tu payaso
Hacer lo que siempre quisiste
Me cansé de curar tu tristeza
Cuando no te sentías feliz

Por eso decidí
Cortar mi teléfono
Marcarás varias veces
Un teléfono mudo no puede llamar

Vaya

Las golondrinas han regresado
Y yo también he vuelto
A posarme en el viejo nido
Que un día dejé aquí

Somos golondrinas
Que van y vienen
En busca de amor
A veces regresan cansadas
Heridas, lastimadas
Pero vuelven a casa
Batiendo sus alas
Con gran dolor

Igual que la golondrina
Partí soñando
Pero todo fue en vano

Regresé sin felicidad
Porque, en realidad
Una golondrina
Volando sola
No hace verano

Igual que la golondrina
Partí soñando
Pero todo fue en vano

Regresé sin felicidad
Porque, en realidad
Una golondrina
Volando sola
No hace verano

Las golondrinas han regresado
Y yo también he vuelto