Abolicionismo Imperial
A princesa não deve resistir
Obedeça a rebelião que explode
Nas fazendas, nas matas
Redutos de seres sedentos
Contra os escravocratas sanguinários
A lei não foi cedida
A lei foi conquistada por nós
Por mãos cansadas
Por mãos dilaceradas pelo algoz
A dignidade retomada
O abolicionismo deve ocorrer
Anos de opressão
Chegam ao fim
O oprimido lutou por sua liberdade
A chibata não lhe doutrina
Não mais lhe fere
Não ditará o seu destino
Liberdade de sangue adquirida
Por braços fortes capazes de lutar
A angústia e o medo imposto ao seu destino
Sentimentos pesados, difíceis de suportar
As correntes do medo impostas pelos senhores
Não mais lhe ferem, liberdade ao ser livre
Por braços fortes capazes de lutar
Abolicionismo Imperial
La princesa no debe resistir
Obedece a la rebelión que explota
En las haciendas, en los bosques
Refugios de seres sedientos
Contra los esclavistas sanguinarios
La ley no fue cedida
La ley fue conquistada por nosotros
Por manos cansadas
Por manos destrozadas por el verdugo
La dignidad recuperada
El abolicionismo debe ocurrir
Años de opresión
Llegan a su fin
El oprimido luchó por su libertad
El látigo no te adoctrina
No más te hiere
No dictará tu destino
Libertad de sangre adquirida
Por brazos fuertes capaces de luchar
La angustia y el miedo impuestos a tu destino
Sentimientos pesados, difíciles de soportar
Las cadenas del miedo impuestas por los señores
No más te hieren, libertad al ser libre
Por brazos fuertes capaces de luchar
Escrita por: Rodrigo Garm, Pagan Throne