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Segunda Moda Dos Meses

Palmeira e Piraci

Segunda Moda Dos Meses

Em janeiro o Ano Novo
É tár quár uma criança
Cantiga, festa de riso
Alegria e esperança

Fevereiro é o mês mais curto
Coitadinho, é um mês anão
Mas se tem o carnavár
Ele é o mais miór de bão

Em dezenove de março
O povo cheio de fé
Faz festa, faz oração
Em louvor de São José

Foi em vinte e um de abrir
Que um brasileiro valente
Deu a vida pela Pátria
O glorioso Tiradentes

Mês de maio, dia treze
Dia da Abolição
Igualô preto com branco
Pois nóis tudo semo irmão

Em junho a festa caipira
Num tem cartola nem fraque
Gente grande sorta bomba
E as criança sorta traque

Mês de julho é mês sem graça
Pois num tem nenhum feriado
Mas tem em compensação
Um friozinho desgranhado

O dia onze de agosto
No Brasir é festejado
Por quem estuda direito
Os futuro advogado

Dia sete de setembro
Reboou de sur a norte
O grito do Ipiranga
Que é o Independência ou Morte

Índio só comia gente
Eu falo sério e não zombo
Inté qui em doze de outubro
Veio Cristóvão Colombo

Dos fatos da nossa história
Tem um que sempre me alembro
Proclamação da Repúrbica
Dia quinze de novembro

O ano corre ligero
Chega dezembro afinár
O mundo intero se alegra
Com a festa de Natár

Segunda Moda Dos Meses

En enero el Año Nuevo
Es como un niño travieso
Canciones, fiestas y risas
Alegría y esperanza

Febrero es el mes más corto
Pobrecito, es un mes enano
Pero si está el carnaval
Es el mejor de todos

El diecinueve de marzo
La gente llena de fe
Hace fiesta, reza
En honor a San José

Fue el veintiuno de abril
Que un valiente brasileño
Dio la vida por la Patria
El glorioso Tiradentes

En mayo, día trece
Día de la Abolición
Igualó negro con blanco
Porque todos somos hermanos

En junio la fiesta caipira
No hay sombrero ni frac
Los adultos lanzan cohetes
Y los niños lanzan petardos

Julio es un mes aburrido
Porque no tiene feriados
Pero tiene como compensación
Un frío desgraciado

El once de agosto
En Brasil se celebra
Por quienes estudian derecho
Los futuros abogados

El siete de septiembre
Resonó de sur a norte
El grito del Ipiranga
Que es Independencia o Muerte

Los indios solo comían gente
Lo digo en serio, no bromeo
Hasta que el doce de octubre
Llegó Cristóbal Colón

De los hechos de nuestra historia
Hay uno que siempre recuerdo
La Proclamación de la República
El quince de noviembre

El año corre ligero
Llega diciembre a afinar
El mundo entero se alegra
Con la fiesta de Navidad

Escrita por: Capitão Furtado