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Orixalá

Panico X

Orixalá

Faço pedidos sou guiado pela força ancestral
Que não me deixa cair
Eu sou guerreiro tenho a força do meu pai oxalá
Me de forças pra me libertar
A escravidão moderna corrói Ia sociedade moldada

Para o que eles querem
O meu grito de liberdade vem do tambor ancestral
Que pede a quebra das correntes invisíveis da sociedade cega
Ou do meu coração que forte sem me escutar

Tum tum tá, tum tum tum tá
Bati coração do Brasil mãe África

Tum tum tá, tum tum tum tá
Bati no tambor e eu saldo oxalá

Já andei pelos quatro cantos
E conheço a face da perdição
Olho pro mundo e vejo um continente subjugado
Explorado, esquecido por irmãos
Então eu canto e faço meu rito saldando o orixá

Orixalá

Hago peticiones guiado por la fuerza ancestral
Que no me deja caer
Soy guerrero, tengo la fuerza de mi padre Oxalá
Dame fuerzas para liberarme
La esclavitud moderna corroe la sociedad moldeada

Para lo que ellos quieren
Mi grito de libertad viene del tambor ancestral
Que pide romper las cadenas invisibles de la sociedad ciega
O de mi corazón que fuerte sin escucharme

Tum tum tá, tum tum tum tá
Late corazón de Brasil, madre África

Tum tum tá, tum tum tum tá
Golpeo el tambor y saludo a Oxalá

He caminado por los cuatro rincones
Y conozco la cara de la perdición
Miro al mundo y veo un continente subyugado
Explotado, olvidado por hermanos
Entonces canto y hago mi rito saludando al orixá

Escrita por: Denis Oyakawa