Vento Ao Leste
Pessoas se abraçam, lágrimas caem
As gotas se entrelaçam, e no peito elas ardem
Caem fundo na profundidade de um adeus
Poeticidade não mais fria do que eu
O vento ao leste sopra em direção a mim
Pois o mesmo sou eu
O palácio da minha mente abriga tudo
Que eu consiga ver
Nessa bifurcação, um caminho sem volta
Nunca pensei onde tudo isso poderia dar
Enganar a morte, de um prédio me jogar
Desaparecer sem dizer adeus
O vento ao leste sopra em direção a mim
Pois o mesmo sou eu
O palácio da minha mente abriga tudo
Que eu consiga ver
Vento ao leste sopra e ninguém vê, não vê
O palácio da mente sou eu, sou eu
Viento del Este
Personas se abrazan, lágrimas caen
Las gotas se entrelazan, y en el pecho arden
Caen profundamente en la profundidad de un adiós
La poesía ya no es más fría que yo
El viento del este sopla hacia mí
Porque soy el mismo
El palacio de mi mente alberga todo
Lo que puedo ver
En esta bifurcación, un camino sin retorno
Nunca pensé a dónde podría llevar todo esto
Engañar a la muerte, lanzarme desde un edificio
Desaparecer sin decir adiós
El viento del este sopla hacia mí
Porque soy el mismo
El palacio de mi mente alberga todo
Lo que puedo ver
El viento del este sopla y nadie ve, no ve
El palacio de la mente soy yo, soy yo
Escrita por: Guilherme Medeiros