País e Filhos (11 de Setembro 2001)
Do impacto forte
Uma explosão foi gerada
Ninguém sabe o que aconteceu
Pessoas se jogando da janela do último andar
Nada é fácil de entender
Chora agora
Pelos que foram embora
Também choro
Estou aqui em casa
Vendo o que aconteceu
Pela tv
Estou com medo parecem pesadelos
Reunidos todos de uma vez
O mundo vai sofrer
Depois desse fato
Não quero mais conflitos
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se continuarem a atacar
O amanhã não virá
Me diz o por que disso tudo
Me explica a grande fúria do mundo
São conflitos e guerras que não tem mais fim
Pergunto para minha mãe mais meu pai
Não sabem explicar
Eu moro na rua, vejo gente do bem
Mas também vejo gente mal
Já não sei o que se passa o que vira logo mais
Espero que seja a paz
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se continuarem a atacar
O amanhã não virá
Não quer mais mágoa
Quero a vida alheia
Você me diz os países não se entendem
Que lutam pelos seus ideais
Você teme pelo fim do mundo
Isso é absurdo
E a esperança do bem vencer
Pois se ele não vencer
Então porque em Deus crer?
País e Hijos (11 de Septiembre de 2001)
Del fuerte impacto
Una explosión fue generada
Nadie sabe qué pasó
Personas saltando desde la ventana del último piso
Nada es fácil de entender
Llora ahora
Por los que se fueron
También lloro
Estoy aquí en casa
Viendo lo que pasó
Por la tv
Tengo miedo, parecen pesadillas
Reunidos todos de una vez
El mundo va a sufrir
Después de este hecho
No quiero más conflictos
Es necesario amar a las personas
Como si no hubiera mañana
Porque si siguen atacando
El mañana no vendrá
Dime por qué de todo esto
Explícame la gran furia del mundo
Son conflictos y guerras que no tienen fin
Pregunto a mi madre y a mi padre
No saben explicar
Yo vivo en la calle, veo gente buena
Pero también veo gente mala
Ya no sé qué pasa, qué vendrá pronto
Espero que sea la paz
Es necesario amar a las personas
Como si no hubiera mañana
Porque si siguen atacando
El mañana no vendrá
No quiero más dolor
Quiero la vida ajena
Tú me dices que los países no se entienden
Que luchan por sus ideales
Temes por el fin del mundo
Esto es absurdo
Y la esperanza de que el bien triunfe
Porque si no triunfa
¿Entonces por qué creer en Dios?