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El Cangaceiro

Paulo Sérgio

O Cangaceiro

Se herói ou covarde
Isso eu não posso saber
Quem com ele convivia
Sua vida conhecia
Já não vive para dizer

Se herói ou covarde
Isso eu não posso saber
Quem com ele convivia
Sua vida conhecia
Já não vive para dizer

Quase meio século de história
Ele vive na memória
Do Brasil de norte a sul
Foi cantador, foi sanfoneiro
Foi poeta e seresteiro
Bandoleiro e matador

Se herói ou covarde
Isso eu não posso saber
Quem com ele convivia
Sua vida conhecia
Já não vive para dizer

Do Padre Cícero protegido
No cangaço, o mais temido
Foi um grande batedor
Seu apelido apavorava
Que ouvia até rezava
E fugia do terror

Se herói ou covarde
Isso eu não posso saber
Quem com ele convivia
Sua vida conhecia
Já não vive para dizer

Quando dessa terra ele partiu
Um chorou, outro riu
O mandacaru secou
Na violência ele viveu
Do mesmo modo morreu
E o Nordeste se acalmou
A asa branca cantou
E o assum preto chorou

El Cangaceiro

Ya sea héroe o cobarde
que no puedo saber
quien vivio con el
tu vida supo
Ya no vive para decir

Ya sea héroe o cobarde
que no puedo saber
quien vivio con el
tu vida supo
Ya no vive para decir

Casi medio siglo de historia
El vive en la memoria
De Brasil de norte a sur
era cantante, era acordeonista
Era poeta y serenata
bandido y asesino

Ya sea héroe o cobarde
que no puedo saber
quien vivio con el
tu vida supo
Ya no vive para decir

Protegido por el Padre Cícero
En cangaço, el más temido
era un gran bateador
Su apodo aterrorizado
¿Quién escuchó incluso rezó?
Y huyó del terror

Ya sea héroe o cobarde
que no puedo saber
quien vivio con el
tu vida supo
Ya no vive para decir

Cuando de esta tierra partió
Uno lloraba, otro reía
el mandacaru se ha secado
En la violencia vivió
también murió
Y el Nordeste se calmó
El ala blanca cantó
Y el assum negro lloró

Escrita por: Cezar / Tony Damito