Inveja
A inveja é a moeda que o mundo tem pra pagar o bem.
Sabendo disso eu faço que não sei,
E sigo o caminho que sempre trilhei.
Seguindo a força da natureza,
Eu perco em vantagem e ganho em grandeza,
Eu sei ser pobre sem raiva
E só sem tristeza.
No dia seguinte eu digo,
- O amor que dei não dou mais, mas sem rancor,
Eu sou sempre eu, seja ela o que for.
Não nego a mão a quem precisa,
Inveja é a raiva do pó contra quem o pisa.
Os últimos no fim são os primeiros.
Ninguém vai longe com trinta dinheiros.
Envidia
Los celos son la moneda que el mundo tiene que pagar por el bien
Sabiendo esto, hago que no lo sé
Y sigo el camino que siempre he recorrido
Tras la fuerza de la naturaleza
Pierdo en ventaja y ganancia en grande
Sé como ser pobre sin ira
Y no hay tristeza
Al día siguiente digo
El amor que ya no le di, pero no rencor
Siempre soy yo, sea lo que sea que sea
No niego la mano a los que la necesitan
Los celos son la rabia del polvo contra los que pisan
Los últimos al final son los primeros
Nadie llega lejos con 30 dólares
Escrita por: Paulo Vanzolini